As três últimas medalhas
vieram no penúltimo dia de competição, com o judô, o salto triplo e o basquete
masculino.
No judô, disputado no complexo
esportivo de Messe Essen, em Essen, a equipe mista do Brasil levou a medalha de
bronze, com vitória sobre o Cazaquistão por 4 a 2.
Guilherme Oliveira garantiu o
pódio ao vencer, por ippon, Nurkanat Serikbayev. Ele saiu com o rosto com
marcas da batalha, mas feliz com o resultado.
“É esporte, é assim
mesmo. Você sai com as marcas, estamos falando de luta, né. Mas são marcas da
nossa batalha, da nossa vitória. Depois elas saem. Estamos muito felizes com a
medalha de bronze. Quando saímos ontem daqui da arena, nos reunimos no ônibus e
conversamos sobre a nossa vontade de conseguir ir para o pódio, e estamos muito
orgulhosos com o que fizemos aqui”, contou o atleta
A segunda medalha de bronze do
dia veio direto do Lohrheidestadion, em Bochum, no salto triplo. João Pedro
Silva pulou 16m35cm, contra 16m66cm do indiano Praveen Chithravel e 16m77cm de
Connor Murphy, da Austrália.
Ouro
A última medalha do
Brasil nos Jogos Mundiais Universitários foi do basquete masculino. Em
uma partida épica contra os Estados Unidos, no complexo de Messe
Essen, a seleção venceu por 94 a 88, e levou o ouro.
Os norte-americanos chegaram
ao último quarto com uma vantagem de 22 pontos, mas o Brasil teve uma atuação
praticamente perfeita para vencer por 35 a 13, empatar o jogo em 80 e 80 e
levar para a prorrogação.
Os destaques do jogo
foram Adyel Borges e Reinan. Adyel foi fundamental nos últimos minutos,
chamando a responsabilidade, infiltrando no garrafão e tendo um ótimo
aproveitamento de lances livres.
Reinan dominou o ataque e
acertou a bola de três que deixou tudo igual, faltando seis segundos para o fim
da partida.
Durante o terceiro quarto, com
uma vantagem considerável, membros da comissão técnica e jogadores reservas dos
Estados Unidos pareciam acreditar na vitória até com certa facilidade. Sorriam
entre si, comemoravam. No fim, amargaram a prata.
“Sempre falamos. Nós somos brasileiros, nós nunca desistimos. Foi assim na semifinal contra a Alemanha, hoje de novo. O jogo só acaba quando o cronômetro zera e saímos daqui com a medalha de ouro”, disse o camisa 9 Reinan.
Como os norte-americanos
brincaram durante o jogo, os brasileiros devolveram no fim.
“Só existia um jeito deles nos
venceram, de jeito nenhum”, finalizou Gabriel Campos.
* Mauricio Costa viajou a
convite da CBDU.
Agência Brasil
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