segunda-feira, 9 de março de 2026

Prefeitura do Assú promove lançamento do projeto “Maria da Penha vai à Escola”

A Prefeitura Municipal do Assú, através da secretaria municipal de Educação e em parceria com a FAPERN – Federação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte, promoveu na noite desta segunda-feira (09), o lançamento do programa “Maria da Penha vai à Escola”.

Nossa reportagem conversou com o secretário municipal de Educação, Prof. José Hamilton Oliveira, sobre a importância da iniciativa, sobretudo na construção da cidadania dos jovens de Assú e Região. “Tudo começa pela educação. É através do conhecimento que transformamos jovens em cidadãos e cidadãs, verdadeiros homens e mulheres humanizados, respeitosos e conscientes”, afirmou o secretário.

Em seguida ouvimos a vice-prefeita, Dra. Isabela Moraes, enquanto gestora e mulher. “Esse momento é mais uma oportunidade que o Município disponibiliza às famílias de Assú, na construção da formação mais humanizada de nossa sociedade. As mulheres do Rio Grande do Norte vêm sofrendo um estado de medo, mesmo sendo nosso estado o mais seguro do Nordeste. “Maria da Penha vai à Escola, irá ajudar na formação de nossos jovens, meninos e meninas, em cidadão e cidadãs conscientes e humanizados”, afirmou a vice-prefeita.

Por fim, ouvimos a avaliação do prefeito Dr. Lula Soares quanto aos objetivos e perspectivas futuras. “Hoje estamos dando a partida para uma nova etapa na edificação social de nossos jovens. Sabemos que a educação promove o conhecimento e o conhecimento é edificante. O projete Maria da Penha vai à Escola, será mais um pilar de sustentação na construção de uma sociedade mais humanizada e inclusiva, para que em breve, muito breve não tenhamos que noticiar casos como o que ocorreu no Rio de Janeiro, onde quatro jovens cometeram estupro coletivo contra uma jovem de 17 anos, afirmou Lula Soares.   

Lula: se a gente não preparar a defesa, qualquer dia alguém invade

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neta segunda-feira (9) ao presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, que os dois países devem focar na autonomia e no fortalecimento, por meio da produção de artigos militares para autodefesa.

“Se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente. O Brasil tem necessidade similar à da África do Sul. Portanto, vamos juntar o nosso potencial e ver o que podemos construir juntos”, disse Lula, ao receber Ramaphosa no Palácio do Planalto, em Brasília.

“Não precisamos ficar comprando dos ‘Senhores das Armas’. Nós poderemos produzir. Ninguém vai ajudar a gente, a não ser nós mesmos”, pontuou.

O presidente brasileiro defendeu que os dois países do Sul Global articulem uma parceria estratégica para se tornarem um mercado relevante para a indústria de defesa.

A declaração de Lula foi dada após assinatura de acordos bilaterais nas áreas de turismo, de comércio exterior e da indústria, no Palácio do Planalto. A visita do presidente sul-africano ao Brasil vai até esta terça (10).

Lula também reiterou o perfil pacífico da América do Sul e que as tecnologias têm uso civil.

“Aqui, na América do Sul, nós nos colocamos como uma região de paz. Aqui, ninguém tem bomba nuclear, bomba atômica. Nossos drones são para agricultura, para a ciência e tecnologia e não para a guerra.”

Preço do petróleo

Lula também manifestou sua “profunda preocupação” com a escalada de conflito no Oriente Médio que, segundo o presidente, representam uma grave ameaça à paz e à segurança internacional. “O diálogo e a diplomacia constituem o único caminho viável para a construção de uma solução duradoura.”

O presidente Lula afirmou que, por conta da guerra contra o Irã, o preço do petróleo já vem subindo em quase todo mundo e deve encarecer ainda mais..

Lula destacou também os impactos humanitário e econômico do conflito iniciado em 28 de fevereiro, após os Estados Unidos e Israel atacarem de forma coordenada o Irã. Os bombardeios matarem o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei e quase duas centenas de pessoas em Teerã.

“Esses conflitos produzem efeitos deletérios sobre as cadeias de energia, de insumos e de alimentos. São mais vulneráveis, sobretudo, as mulheres e as crianças que sofrem os impactos mais severos dessas crises”, declarou Lula.

Terras raras

Durante a declaração à imprensa, o mandatário brasileiro explicou que o Brasil tem potencial para exploração de minerais críticos considerados essenciais para a transição energética e digital em curso.

O presidente Lula disse ainda ao presidente da África do Sul que é preciso repensar o papel da exploração dos recursos naturais nos territórios.

“Já está avisado ao mundo que o Brasil não vai fazer das terras raras e dos minerais críticos aquilo que foi feito por minério de ferro. A gente vendeu o minério e comprou produto acabado pagando 100 vezes mais caro.”

Para o presidente Lula o caminho é o fortalecimento das cadeias produtivas da mineração dos dois países, a partir do conhecimento do potencial mineral das duas nações.

“Chega! Já levaram toda a nossa prata, todo o nosso ouro, todo o nosso diamante, todo o nosso minério de ferro. O que mais querer levar? Quando a gente vai aprender que Deus colocou toda essa riqueza para nós e nós ficamos dando para os outros?”, questionou.

Lula enfatiza que não é questão de tomada de decisão política, mas que é preciso tirar proveito da exploração de minerais críticos para melhorar as condições de vida da população.

Democracia

O presidente Lula confirmou que em 18 de abril estará em Barcelona (ES) a convite do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, para quarta reunião Em defesa da Democracia.

“Queremos aproximar nossos países nos temas de regulação do ambiente digital, inteligência artificial e a valorização das fontes de informação de qualidade, incluindo tantas políticas domésticas quanto a articulação para fortalecer essa agenda no ambiente multilateral.”

Por fim, Lula enfatizou que o Brasil e a África do Sul compartilham a convicção de que o Sul Global deve ter voz ativa nas grandes decisões internacionais.

Agência Brasil

Flávio Bolsonaro visitará Natal no dia 21 de março

Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026, Flávio Bolsonaro, visitará Natal no próximo dia 21 de março. O anúncio foi feito nas redes sociais do deputado federal General Girão (PL-RN) e do deputado estadual Coronel Azevedo (PL-RN), que divulgaram o evento do político na capital potiguar.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a programação oficial de Flávio Bolsonaro em Natal, nem os compromissos que deverão ser cumpridos durante a visita.

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado e está preso, Flávio tem aparecido entre os nomes testados em pesquisas eleitorais para 2026. Pesquisa Datafolha divulgada no sábado (7), em um eventual cenário de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 46% das intenções de voto, contra 43% de Flávio Bolsonaro. O levantamento aponta, portanto, empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

Tribuna do Norte

Escorpiões lideram acidentes com animais peçonhentos no RN em 2025

Foto: Arquivo TN

O Rio Grande do Norte registrou 9.916 acidentes com animais peçonhentos ao longo de 2025, segundo boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Os escorpiões lideram as ocorrências no estado, sendo responsáveis por 5.790 notificações, o equivalente a 58% do total de casos registrados no período.

Os dados fazem parte do novo levantamento publicado pela Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige), que consolida as notificações de todo o ano e busca alertar profissionais de saúde e a população sobre os riscos desses acidentes, além de reforçar medidas de prevenção.

Depois dos escorpiões, os acidentes mais frequentes foram provocados por abelhas, com 2.002 registros (20%), e por serpentes, com 836 casos (8%). A Grande Natal concentra o maior número de ocorrências, com 4.487 notificações. Nessa região, o escorpião aparece como principal agente causador, devido à sua facilidade de adaptação ao ambiente urbano e doméstico.

O boletim aponta ainda diferenças entre os locais de ocorrência. Enquanto a maioria dos acidentes com escorpiões, abelhas e aranhas acontece em áreas urbanas, os incidentes envolvendo serpentes predominam em zonas rurais, representando 77,4% dos casos desse grupo.

Entre as serpentes identificadas, a jararaca foi a espécie mais frequente, responsável por 82% das ocorrências com identificação específica. Em relação à gravidade, a maior parte dos acidentes com escorpiões é considerada leve — cerca de 95% dos casos. Ainda assim, o estado registrou oito mortes relacionadas a esse tipo de acidente em 2025. Os óbitos ocorreram nas regionais de Mossoró, Caicó, Pau dos Ferros e Santa Cruz.

Diante dos números, a Sesap reforça a importância de medidas simples de prevenção. Entre as recomendações estão examinar roupas e calçados antes de usá-los, manter camas e berços afastados das paredes e evitar o acúmulo de lixo, entulhos e lenha em residências.

Também é recomendado manter jardins e quintais limpos, retirando folhagens próximas aos muros, além de utilizar equipamentos de proteção, como luvas de couro e calçados fechados, ao manusear materiais de construção ou realizar atividades em áreas de mata.

Em caso de acidente, a orientação é manter a calma, lavar o local da picada com água e sabão e evitar práticas perigosas, como torniquetes ou perfuração do ferimento. A pessoa deve procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação médica e possível encaminhamento a uma unidade de referência.

Hospitais de referência

Natal
Hospital Giselda Trigueiro
Hospital Maria Alice Fernandes

Mossoró
Hospital Regional Tarcísio Vasconcelos Maia
Hospital Regional da Mulher Parteira Maria Correia

Caicó
Hospital Regional do Seridó Telecila Freitas Fontes

Pau dos Ferros
Hospital Regional Dr. Cleodon Carlos de Andrade 

Para orientações emergenciais 24h, a população e profissionais de saúde podem acionar o Centro de Informação e Assistência Toxicológica do Rio Grande do Norte (CIATOX/RN), pelos telefones 0800 281 7005 ou pelo WhatsApp (84) 98883-9155.

Tribuna do Norte

Governo faz campanha de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres durante a semifinal do Campeonato Estadual

A ação aconteceu neste domingo (08), antes da primeira partida da semifinal do Campeonato Estadual entre QFC e ABC na Arena das Dunas

A passagem do “Dia Internacional da Mulher” não passou em branco na tarde deste domingo (8) de futebol em Natal. A secretária estadual das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (SEMJIDH), Julia Arruda, representando a governadora Fátima Bezerra, esteve na Arena das Dunas participando de uma atividade de conscientização sobre a violência contra a mulher. A ação aconteceu antes da primeira partida da semifinal do Campeonato Estadual entre QFC e ABC.

“Para levar uma mensagem de respeito às mulheres num ambiente predominantemente masculino. Não apenas no dia de hoje, mas em todos os dias e todos os meses e especialmente no mês de março, intensificamos esse trabalho. Em jogo de futebol, a disputa é no campo, mas também fora dele, a gente tem que respeitar as mulheres”, disse Júlia Arruda.

Antes do início do jogo QFC x ABC, os jogadores dos dois clubes entraram no gramado portando faixas com dizeres: “Pelo fim da violência contra a mulher”, com o número 180 para denúncias de crimes e outras com “Bola fora para violência contra mulher”. Nas arquibancadas houve panfletagem junto aos torcedores, como o técnico em refrigeração Max Souza, que disse: “Hoje em dia, muitas mulheres sofrem violência, é importante que denunciem”.

A subsecretária de Políticas para Mulheres, Josiane Bezerra Mendes, disse da importância de trazer essa mensagem no ambiente de jogo de futebol. “Precisamos que as mulheres estejam seguras e protegidas. Então, essa é a mensagem que a gente está trazendo da Lei Maria da Penha, estamos também levando a vários lugares, conversando com os homens, com as mulheres, que nós precisamos cada vez mais respeitar e proteger as nossas mulheres”, enfatizou.

“É importante a presença da Policia Civil neste momento para mostrar que de fato o combate à violência contra a mulher deve ser composto por uma rede, não só Polícia, municípios e Estado, mas todos juntos mostrando força e que juntos e unidos podemos combater a violência contra as mulheres e hoje, com a iniciativa do poder público, estamos aqui para mostrar essa parceria”, reforçou Marília Ferreira, Delegada da Mulher.

Marilia Ferreira declarou, ainda que a atuação da Polícia Civil no combate à violência doméstica contra a mulher “é essencial e indispensável, recebemos a mulher vítima de violência e não só estamos aptos e qualificados para acolher, receber e orientar essa mulher, como também para apurar os possíveis fatos criminosos cometidos contra essa mulher. E é somente a polícia civil que pode, apurando esses fatos, ao final levar esse agressor ao Poder Judiciário para que ele possa responder nos termos da lei pelos crimes cometidos”.

“Aproveito a oportunidade para apelar as mulheres que não guardem a violência, que não esperem o próximo ato de violência e que procurem as delegacias de Polícia, as delegacias especializadas em atendimento à mulher, para atendê-las, acolher elas, orientá-las e levar adiante o procedimento criminal”.

Para a delegada da Mulher, as mulheres estão avançadas nas denúncias. “Ao mesmo tempo em que nós constatamos o aumento dos registros de ocorrência, nós também ficamos satisfeitos com isso, porque apesar de sentirmos que há de fato um aumento de ocorrência, isso nos revela que na verdade as mulheres estão chegando mais às delegacias, que as mulheres estão se encorajando mais de procurar as delegacias e isso se reflete obviamente nos números”.

Fortalecimeto da Rede de Proteção

O Governo do RN consolida uma das maiores estruturas de proteção a grupos vulneráveis, fortalecendo a política pública de enfrentamento à violência doméstica e garantindo atendimento humanizado à população.

Atualmente o Rio Grande do Norte conta com 12 DEAMS em funcionamento. Expansão de 7 novas delegacias entre 2019-2025. Ampliação da Patrulha Maria da Penha, expandida para todos os 167 municípios do estado. A implementação do botão do pânico, que funciona em binário com tornozeleira eletrônica para monitoramento e proteção de mulheres ameaçadas. E a aprovação de leis e políticas públicas, para a garantia de igualdade de gênero, priorizam a saúde da mulher e proteção à vida das mulheres.

Assecom-RN

(84) 3232-5204 / 5152
Site oficial: http://www.cidadao.rn.gov.br/

Portal da Transparência: http://www.transparencia.rn.gov.br/
Twitter: @governodorn
Instagram: @governodorn

Facebook: @GovernodoRN

domingo, 8 de março de 2026

“Parem de nos matar”: exigem mulheres no 8 de março em Brasília

Valter Campanato/Agência Brasil

Os recorrentes casos de feminicídio no Brasil foram o destaque da manifestação que marcou o Dia Internacional da Mulher em Brasília. Com cartazes escritos Parem de Nos Matar, centenas de pessoas denunciaram a violência de gênero no Distrito Federal (DF) nesse domingo (8).

O ato ocorreu próximo à Torre de TV, no centro de Brasília, e contou com a participação de grupos musicais, partidos políticos, sindicatos e diversos coletivos feministas. A manifestação ainda pediu o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6x1), tida como especialmente difícil para as mulheres.

 

Brasília (DF), 08/03/2026 Ato 8 de Março – Dia Internacional das Mulheres em Brasília. Foto; Valter Campanato/Agência Brasil
Ato 8 de Março – Dia Internacional das Mulheres em Brasília - Valter Campanato/Agência Brasil

O governo do DF de Ibaneis Rocha também virou alvo do protesto, que lembrou a tentativa de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB), o banco estatal do DF.

Outra pauta de destaque foi a denúncia do imperialismo, tendo em vista as ações dos Estados Unidos (EUA) no Irã, em Cuba e na Venezuela. A ação israelense na Palestina também foi alvo de falas e cartazes na marcha das mulheres.

Violência de gênero

A artista plástica Daniela Iguizzi, de 55 anos, levou consigo a obra Medo retratando um revólver apontado contra uma mulher.

 

 Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.  Daniela Iguizzi, artista plástica, 55 anos 
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil.
Daniela Iguizzi retrata o medo em obra- Valter Campanato/ Agência Brasil.

“A mulher não tem um minuto de paz. Ela não tem sossego no seu lar. Ela não tem sossego no seu trabalho. Em todos os lugares nós podemos ser assediadas, podemos ser assassinadas. Por isso, o nome dessa obra é medo. Medo é o que toda mulher brasileira sente”, disse à Agência Brasil.

Só em 2025, foram 1.568 mulheres vítimas de feminicídio no Brasil, crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior, segundo dados compilados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A coordenadora do grupo de maracatu Baque Mulher Brasília, Raquel Braga Rodríguez, destacou os feminicídios como grande preocupação das mulheres brasileiras e que o ato é contra esse tipo de crime.

“O governo lançou esse Pacto Nacional contra o Feminicídio e a gente gostaria muito que essa política pública fosse realmente colocada em prática, que a gente visse resultado na redução desses números”, disse Raquel.

 

Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.  Raquel Braga Rodriguez, coordenadora do grupo Baque Mulher Brasília. Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil.
 Raquel Braga Rodriguez destaca os feminicídios como grande preocupação. - Valter Campanato/ Agência Brasil.

No início de fevereiro, um pacto entre Executivo, Legislativo e Judiciário foi firmado para adoção de medidas contra a violência de gênero no Brasil.

Com 88 anos completados ontem, a histórica militante do movimento de mulheres negras do Distrito Federal Lydia Garcia foi à manifestação, mesmo com risco de chuva. Professora de música aposentada do Coletivo Mulheres Negras Baobá, Lydia é mãe de cinco filhos, tem 11 netos, três bisnetos, e é pioneira da capital federal.

 

 Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.  Lydia Garcia, aposentada, de 88 anos, professora de música, do coletivo de mulheres negras Baobá.  Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil.
 Lydia Garcia diz que a marcha impõe a força da mulher. - Valter Campanato/ Agência Brasil.

“Nós mulheres, principalmente as mulheres negras, estamos impondo a este mundo e a este Brasil a nossa força, as nossas lutas e vitórias por dias melhores contra a violência dos jovens negros, contra o feminicídio”

Distrito Federal

Um dos alvos da manifestação do Dia da Mulher em Brasília foi o Governo do Distrito Federal (GDF), liderado por Ibaneis Rocha, e sua vice, Celina Leão.

A representante da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) Jolúzia Batista reclamou da falta de dinheiro para políticas públicas de proteção às mulheres no DF. 

“Estamos vivendo um escândalo financeiro no Brasil com o banco do GDF [o BRB] sendo rifado e faltando dinheiro para a política pública”, disse à Agência Brasil.

 

Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.Joluzia Batista, da Articulação de Mulheres Brasileiras.
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil.
Joluzia destaca a corrupção como uma das causas da falta de dinheiro para políticas públicas- Valter Campanato/ Agência Brasil.

A Polícia Federal (PF) investiga a tentativa de compra do Master pelo BRB. O Banco de Brasília estuda dar 12 imóveis públicos do DF como garantia de empréstimos para reforçar o caixa da instituição após perdas estimadas em R$ 2,6 bilhões com a aquisição de créditos do Master.   

A ativista do AMB defendeu ainda que, além da denúncia contra o feminicídio, a luta das mulheres deve ser por orçamento que financie as políticas públicas que melhore a vidas das meninas e mulheres.

“A gente precisa falar de orçamento. Com as emendas parlamentares, as emendas Pix, elas levaram o dinheiro da política pública. Perdemos qualidade de serviço, perdemos capacitação de profissionais, perdemos em campanhas educativas”, comentou.

Avanços da luta das mulheres 

Uma das organizadoras do ato, Thammy Frisselly destacou os dez anos da Marcha Unificada do 8 de Março em Brasília e os avanços conquistados pelo movimento de mulheres na cidade.

“O 8M [8 de março] é o maior ato político feminista da capital federal. A gente teve muitos avanços, não só nas leis, mas também no aumento no número de delegacias para mulheres”, detalhou Thammy.

 

 Brasília-DF- 08/03/2026 - Ato 08M em Brasília.  Thammy Frisselly, da Assembleia Popular pela Vida de Todas as Mulheres, do DF em torno, uma das organizadoras do 8 de Março Unificado do DF. Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil.
Thammy Frisselly destacou os dez anos da Marcha Unificada do 8 de Março, em Brasília, e os avanços conquistados pelo movimento de mulheres - Valter Campanato/ Agência Brasil.

Para a representante da Assembleia Popular pela Vida de Todas as Mulheres, a violência contra a mulher é hoje debatida na sociedade devido a pressão dos movimentos ao longo dos anos.

“Podemos falar hoje abertamente que é violência o seu ‘psiu’ no meio da rua, que é violência você falar da minha roupa. Essa é uma educação bem na base que é resultado da luta das mulheres”, completou Thammy.

Escala 6x1 e imperialismo

A ativista do DF acrescentou que a pauta do fim da escala 6x1 é central na luta das mulheres, que já são submetidas a jornadas duplas ou triplas, cuidando da casa, dos idosos, das crianças e ainda tendo que trabalhar.

“As mulheres precisam de tempo para tratar da sua saúde mental, para o lazer, para fazer outras coisas, para estudar”, explicou Thammy.

Agência Brasil

08 de março, também é o Dia Internacional das Mulheres Rurais

Exemplificar as qualidades da Mulher pode ser considerado o maior dos desafios das ciências humanas, tamanha a sua capacidade resiliente, regenerativa, acolhedora e mais uma infinidade de adjetivos maravilhosos que somente as mulheres são capazes de reunir.

A história do 8 de março remonta a séculos e traduz a “força da mulher” e não nasceu em uma vitrine decorada. Sua origem está no chão de fábrica, nas greves operárias lideradas por mulheres que, entre o fim do século XIX e o início do XX, decidiram que não aceitariam mais jornadas exaustivas, salários miseráveis e a abstenção na vida pública.

Desde então, a data tornou-se o símbolo definitivo da mobilização e a oficialização pela ONU só viria décadas depois, em 1975, o que ampliou o alcance político da data para todos os países.

O empoderamento feminino não ficou apenas nas fábricas ou na sociedade urbana, as “mulheres rurais”, fortes e competentes, bradaram alto e tornaram publicas suas competências e o importante e fundamental papel que exercem na economia rural.

Atualmente as “Mulheres Rurais” ultrapassaram os limites da submissão e assumiram o protagonismo feminino nas diversas escalas da Agricultura, como pilares fundamentais da Agricultura Familiar, de pequeno e grande porte.  

A presença feminina na produção de alimentos tem crescido de forma contínua desde meados dos anos 2000, refletindo o avanço de políticas públicas voltadas à igualdade de gênero no campo e o fortalecimento da autonomia econômica das agricultoras. 

Em 2016 aconteceu o primeiro Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio. Um evento para celebrar a transformação das mulheres rurais, gerando oportunidades de conectividade com as novas tecnologias, a inclusão e a diversidade no Campo.  

As mulheres rurais são protagonistas em setores como a pecuária, a medicina veterinária, a zootecnia e a agronomia, sendo reconhecidas por sua inovação e gestão de equipes. Elas também são líderes em decisões estratégicas e funções de liderança em grandes empresas. 

As mulheres rurais desempenham um papel crucial no desenvolvimento econômico e sustentável do Brasil. Elas são responsáveis por mais da metade da produção de alimentos do mundo e desempenham um papel fundamental na preservação da biodiversidade e na garantia da segurança alimentar. No entanto, no que tange à Agricultura Familiar, ainda enfrentam desigualdades sociais, políticas econômicas, como a falta de acesso a terra, insumos agrícolas, água, sementes, tecnologia, ferramentas, crédito, assistência técnica, culturas rentáveis, mercados de produção e cooperativas rurais. 

Está previsto para outubro deste ano a realização da 11ª do Congresso Nacional das Mulheres Rurais, que deverá acontecer nos dia 28 e 29 de outubro, no Transamerica Expo Center, Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 Jardim Dom Bosco - São Paulo, SP e terá como tema “Nutrientes para a Vida, Saúde para o Planeta”.

Saiba mais sobre o evento:

OVERVIEW EDIÇÃO 2026:

  2 Dias de Evento

  + 3.000 Congressistas 

  + 30 Temas Relevantes 

  1 Arena Master (Palco Principal)

  2 Arenas do Conhecimento Simultâneas 

  1 Hub Técnico 

  2° Edição Vila CNMA 

  3° Edição Casa Mulher do Agro 

 INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

Em caso de arrependimento da compra, o reembolso do valor do ingresso somente será efetuado caso a solicitação seja feita no prazo de até 7 (sete) dias a contar da data da compra, e desde que realizado o pedido de devolução com, no máximo, 48 (quarenta e oito) horas de antecedência do horário de início do evento. Essa solicitação deve ser feita pelo titular da compra.

 Política do evento:

Nota Fiscal: A Nota Fiscal é enviada somente após a finalização do evento para o e-mail cadastrado na plataforma.

Política do evento

Cancelamento de pedidos pagos

Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.

Saiba mais sobre o cancelamento

Edição de participantes

Você poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.

Saiba como editar participantes

Local

Transamerica Expo Center

Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 Jardim Dom Bosco

São Paulo, SP

RN responde por apenas 2,4% da carga por cabotagem do Nordeste

O sal foi o produto com maior movimentação por cabotagem no RN, com 1,4 milhão de toneladas transportadas em 2025| Foto: Rodrigo Sena/ARQUIVO TN

Em 2025, o transporte de mercadorias no RN por cabotagem – modal de navegação que transporta cargas entre portos de um mesmo país – cresceu cerca de 250% no comparativo com o ano anterior, de acordo com dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). No período analisado, as movimentações por meio desse tipo de transporte saíram de pouco mais de 427 mil toneladas para 1,5 milhão. Ainda assim, a participação do estado nas movimentações do Nordeste é pouco expressiva, de apenas 2,4%. Dados do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) com base em informações da Antaq, apontam que a região movimentou 60,7 milhões de toneladas por cabotagem em 2025.

No ano passado, segundo o MPor, a maior parte da movimentação se concentrou em quatro estados da região, os quais responderam, juntos, por 91,6% de tudo o que passou pelos portos nordestinos via cabotagem: Bahia, com 15,3 milhões de toneladas; Maranhão, com 14,6 milhões; Ceará, com 12,9 milhões; e Pernambuco, com 12,8 milhões de toneladas.

Klaus Jardim, diretor comercial da Braslog, empresa especializada em transporte de cargas com sede em Macaíba, na Grande Natal, afirma que há um fator principal que inviabiliza a cabotagem no RN.

“Considerando que o navio vem e volta, o ponto central é a chamada cabotagem de retorno. O que acontece é que tem carga para trazer para cá, mas não tem mercadoria para levar daqui a outras regiões. Esse é um problema que afeta especialmente o Porto de Natal, uma vez que o sal é o principal produto que utiliza a cabotagem, mas sai de Areia Branca. Então, os navios não querem atracar por aqui”, analisa Jardim.

De acordo com a Antaq, no ano passado, o sal foi o produto com maior movimentação por cabotagem no RN, com 1,4 milhão de toneladas transportadas (ou 93,3% do total) pelo terminal marítimo de Areia Branca. Klaus Jardim aponta a necessidade de investimentos nesse tipo de transporte sob a justificativa de barateamento do setor logístico em todo o País. “Para o transporte rodoviário é preciso investir em estradas, enquanto que o ferroviário requer a construção de ferrovias. Esses são investimentos caros, mas, para a cabotagem não é preciso construir nada no mar”, afirma.

“A cabotagem, portanto, é o sistema de logística mais viável e mais barato para qualquer país. No Brasil, esse tipo de transporte não funciona porque falta estratégia e decisão política. Todas as cidades no mundo que se desenvolveram fizeram investimentos em portos. Acho que não somente o RN, mas o Brasil como um todo conseguiria resolver boa parte dos problemas logísticos se investisse na modalidade”, complementa.

RN fora das rotas de grandes empresas de cabotagem

O presidente da Federação das Indústrias do RN (Fiern), Roberto Serquiz, afirma que o estado está fora das rotas das grandes empresas de logística em cabotagem no Brasil. Segundo ele, os portos de Suape (PE) e Pecém (CE) são as bases para atendimento das empresas e indústrias potiguares atualmente.

Serquiz pontua que a infraestrutura portuária do RN é o principal fator de contribuição para o cenário. “Desde 2024, a Fiern busca articular com empresas logísticas nacionais e indústrias locais a inserção do Porto de Natal como ponto de parada nas rotas pré-existentes, encontrando, todavia, a barreira da limitação da infraestrutura portuária, que diz respeito a investimentos necessários em dragagem, defensas e scanner e balança”, pontua.

Para Marcelo Queiroz, presidente da Fecomércio RN, os desafios da cabotagem no estado são semelhantes aos enfrentados pela logística rodoviária, especialmente no que se refere à infraestrutura e à concentração econômica. Queiroz avalia que há um número restrito de produtos com potencial de obter vantagem competitiva por meio do transporte marítimo, como o sal e os combustíveis produzidos no litoral Norte.

“Pelas características de volume e localização, esses produtos apresentam maior viabilidade para a cabotagem”, descreve. Em razão disso, de acordo com ele, é preciso modernizar os terminais, a fim de fortalecer esse tipo de transporte e expandir a utilização dele para demais produtos. “A ampliação e modernização de portos e terminais ao longo da costa potiguar são apontadas como medidas necessárias para fortalecer a modalidade. Trata-se de uma agenda que exige articulação com o Governo Federal com vistas à atração de novos aportes e à melhoria da competitividade logística do estado”, diz Queiroz.

Necessidade de integração logística com o interior

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do RN (Faern), José Vieira, também classifica a estrutura portuária local como um dos entraves para a utilização da cabotagem. Segundo ele, a modalidade tem potencial para fortalecer a competitividade logística do RN e apoiar o desenvolvimento de cadeias agropecuárias, mas é preciso maior integração logística com o interior e ampliação da escala de movimentação de cargas.

Produtores locais dizem que cabotagem poderia baratear o setor logístico em todo o país| Foto: cedida/ Braslog

“O agronegócio exige infraestrutura logística específica, como áreas de consolidação de cargas, pátios de contêineres refrigerados e estruturas de apoio para produtos perecíveis que ainda são limitadas no estado”, fala Vieira. Ele analisa que a cabotagem pode contribuir para reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade da produção agropecuária do RN, especialmente em cadeias voltadas para mercados nacionais, tendo com um dos principais benefícios a redução do custo de transporte de insumos agrícolas, que podem chegar ao estado por via marítima a custos menores.

“Isso tende a diminuir o custo de produção e melhorar a competitividade de atividades importantes para o estado, como fruticultura, horticultura e outras cadeias agropecuárias”, comenta. Ainda segundo Vieira, a cabotagem pode facilitar o escoamento da produção para grandes centros consumidores, sobretudo no Sudeste e em outros polos do Nordeste. “Produtos como frutas, pescado e derivados agropecuários podem alcançar esses mercados com maior regularidade logística e menor custo por tonelada transportada”, indica Vieira, enquanto defende a integração do estado a hubs logísticos nacionais, como Suape, Pecém e Salvador.

Programa BR do Mar alterou as regras do setor

Os dados do MPor com base na Antaq indicam que, dentre os produtos mais transportados por cabotagem no Nordeste em 2025 estão o petróleo (13,3 milhões de toneladas), contêineres (12,5 milhões de toneladas), derivados de petróleo (11,7 milhões de toneladas), bauxita (9,8 milhões de toneladas) e minério de ferro (4,3 milhões de toneladas). A movimentação de contêineres demonstra, segundo o órgão, a diversidade econômica da região.

Entre os destaques estão arroz, produtos químicos e celulose (papel e cartão), evidenciando que a cabotagem atende tanto grandes cadeias industriais quanto o abastecimento alimentar e comercial. O desempenho, de acordo com o MPor, está associado às medidas do Programa BR do Mar, que modernizou regras e ampliou a segurança regulatória do setor.

Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, o avanço decorre da previsibilidade trazida pelo programa. “Ao garantir estabilidade regulatória, fortalecemos a cabotagem como alternativa estratégica na matriz de transportes e ampliamos sua contribuição para o desenvolvimento regional”, destacou.

O Programa BR do Mar foi instituído por meio da Lei nº 14.301/2022, e estabelece isenção do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) para cargas com origem ou destino em portos do Norte e Nordeste, reduzindo diretamente o custo do frete marítimo na região.

NÚMEROS

Movimentação por cabotagem no NE em 2025/ em toneladas
BA: 15,3 milhões
MA: 14,6 milhões
CE: 12,9 milhões
PE: 12,8 milhões
RN: 1,5 milhão

Fontes: MPor e Antaq

Tribuna do Norte

Pela Vida das Mulheres: atos do 8 de março ocupam ruas pelo Brasil

Fernando Frazão/Agência Brasi

O 8 de março de 2026 – o Dia Internacional da Mulher – será marcado no Brasil com atos espalhados pelas cinco regiões no país. A denúncia da violência contra as mulheres está no centro das manifestações.

As marchas das mulheres também incluem na agenda, entre outro temas, críticas ao imperialismo, tendo em vista as ações dos Estados Unidos (EUA) no mundo; a defesa da soberania; da democracia e pelo fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6x1), que atualmente está em debate no Parlamento.

A Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), uma das organizações por trás dos atos, afirma que estará nas ruas para denunciar a violência contra as mulheres.

“Estamos nas ruas para exigir o fim da violência contra nossos corpos e a proteção de nossas vidas. Pelo fim do feminicídio”, escreveu a AMB em manifesto.

“O capitalismo, aliado ao patriarcado e ao racismo, mantém a exploração e o sofrimento das mulheres. Mulheres no Brasil, em Gaza, em Cuba, na Venezuela e em tantos outros lugares enfrentam guerras, ameaças à soberania, avanço da extrema direita e a retirada de direitos básico”, completa o manifesto da AMB.

Confira os locais e horários de atos em todo o Brasil:

📍 Norte

AM - Manaus | 15h - Praça da Polícia
PA - Belém | 09h - Escadinha da Doca
PA - Bragança | 16h - Praça das Bandeiras
PA - Marabá | 8h - Feira da Folha 28
PA - Santarém | 17h - Pça da Matriz
RR - Boa Vista | 18h - Portal do Milênio/Centro

📍 Nordeste

AL - Maceió | 9h - Praça Sete Coqueiros
BA - Salvador | 9h - Morro do Cristo
CE - Cariri/Crato | 8h - Prefeitura do Crato
CE - Fortaleza | 14h - Projeto 4 Varas (Barra do Ceará)
MA - São Luís | 09h - Largo do Carmo (Feirinha)
PB - João Pessoa | 15h - Biblioteca Anayde Beiriz (Parque das Três Ruas)
PI - Teresina | 8h30 - Pça Pedro II
RN - Mossoró | 16h - Pça do Teatro Dix-Huit Rosado
RN - Natal | 8h - Caju da Redinha
SE - Aracaju | 8h - Feira Livre do Bugio

📍 Centro-Oeste

DF - Brasília | 13h - Funarte em Marcha até Palácio do Buriti
GO - Goiânia | 9h - Pça do Trabalhador
MT - Cuiabá | 7h30 - Em frente à Feira do CPA II

📍 Sudeste

ES - Vitória | 8h - Parque Moscoso
MG - Belo Horizonte | 9h30 - Pça Raul Soares
SP - Araraquara | 9h - Parque Infantil
SP - Cajamar | 10h - Pça Ginásio de Esportes do Polvilho
SP - Campinas | 9h - Largo do Rosário
SP - Diadema | 9h - Pça da Matriz (Ato ABCDRR)
SP - Santos | 9h - Pça das Bandeiras/Gonzaga
SP - São João da Boa Vista | 15h - Pça Coronel José Pires
SP - São Paulo | 14h - MASP
SP - Tatuí | 15h - Casa das Práxis
RJ - Rio de Janeiro | 10h - Posto 3 Copacabana

📍 Sul

PR - Curitiba | 9h - Pça Santos Andrade
PR - Guaratuba | 14h - Letreiro da Praia Central
PR - Maringá | 9h - Praça Rocha Pombo
PR - Matinhos | 14h - Mercado do Peixe
RS - Caxias do Sul | 10h - Largo da Estação Férrea
RS - Porto Alegre | 9h30 - Ponte da Pedra
RS - Imbé | 14h - Pça do Braço Morto
SC - Balneário Camboriú | 9h - Pça Almirante Tamandaré
SC - Blumenau | 8h - Escadaria da Igreja Matriz
SC - Caçador | 15h - Parque Central
SC - Chapecó | 9h - Pça Coronel Bertaso
SC - Garopaba | 10h - Pça Governador Ivo Silveira
SC - Guaratuba | 14h - Letreiro da Praia
SC - Joinville | 14h30 - Pça da Biblioteca

Agência Brasil

sábado, 7 de março de 2026

Pedro Filho recebe apoio de liderança de Goianinha e amplia articulação no Agreste potiguar

A pré-candidatura de Pedro Filho a deputado federal segue ampliando sua base de apoios no Rio Grande do Norte. Desta vez, o projeto político recebeu o respaldo de Renato Galvão, liderança do município de Goianinha, no Agreste potiguar.

Renato foi candidato a vice-prefeito nas últimas eleições municipais na chapa encabeçada por Tuca de Dison. Juntos, os dois conquistaram 8.926 votos, resultado que marcou a participação da chapa no processo eleitoral da cidade e consolidou a presença do grupo político no cenário local.

Ao declarar apoio, Renato destacou a importância de fortalecer a representação do município e da região no Congresso Nacional. Segundo ele, Pedro Filho reúne as condições necessárias para defender os interesses do Rio Grande do Norte em Brasília.

Pedro Filho agradeceu a confiança e ressaltou a importância da adesão de lideranças que possuem base política e diálogo direto com a população.