Na capital potiguar, foram
10.030 contratados e 7.810 demissões, gerando um saldo de 2.220 empregos. É o
maior saldo mensal desde o período pré-pandemia. Procurado o prefeito de Natal,
Paulinho Freire (União Brasil) comemorou os números de empregos gerados em
Natal, no mês de abril.
“Nossa gestão é pautada em ações que estimulem o bom ambiente de negócios e a
nossa economia. Assim, vamos impulsionar o setor produtivo e chegar mais
próximo do nosso objetivo principal, que é criar cada vez mais meios de renda e
de postos de trabalho para os natalenses. Nesse sentido, resultados como o novo
Caged indicam que estamos no caminho certo, trabalhando forte para promover o
desenvolvimento em nossa cidade e priorizando as pessoas nesse contexto”,
afirma o prefeito Paulinho.
O salto dos empregos em Natal foi puxado pelo setor de serviços, que contou com
5.415 admissões e 3.723 desligamentos, produzindo 1.692 novos empregos, o que
corresponde a 64,14% do total de trabalhos dessa categoria no Rio Grande do
Norte.
Para se ter noção da importância dos números, no mês de março, em Natal, o
mesmo setor de serviços fechou com saldo negativo de empregos, com -170. Foram
4.766 admissões e 4.936 desligamentos. Ou seja, houve mais demissões do que
contratações.
O setor de serviços é conhecido como o setor terciário da economia brasileira,
que vai do papel do comércio de bens à prestação de serviços. O que inclui o
comércio, transportes, comunicação, setor de alimentos, administração pública e
demais serviços.
O segundo grupo econômico que mais gerou empregos em Natal foi a indústria, no
qual apresentou um saldo positivo de 487 postos de trabalho. Com 991 admissões
e 504 desligamentos.
O setor da economia natalense que menos gerou empregabilidade no mês de abril
foi o comércio, com um saldo negativo de – 50. Com 1.953 novas carteiras
assinadas e 2.003 demissões.
Dados nacionais
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostra criação líquida
de 257.528 postos formais de trabalho em abril, após um saldo de 79.726 em
março (com ajustes), segundo dados divulgados nesta quarta-feira (28), pelo
Ministério do Trabalho. O resultado ficou mais próximo do teto da pesquisa
Projeções Broadcast, de 267.366 novos empregos gerados, do que da mediana do
levantamento, que apontava criação de 170.500 postos de trabalho.
Setores
O saldo positivo do Caged em abril foi puxado pelo setor de serviços, que gerou
136.019 vagas, segundo dados divulgados do Ministério do Trabalho e Emprego. O
comércio abriu 48.040 vagas no período, e a indústria, 35.068. O saldo do setor
de construção foi positivo em 34.295. O da agropecuária, positivo em 4.025.
Estados
Todas as 27 Unidades da Federação tiveram saldos positivos no Caged em abril.
As maiores criações líquidas de postos de trabalho, em números absolutos,
ocorreram em São Paulo (+72 283), Minas Gerais (+29.083) e Rio de Janeiro
(+20.031). Os menores saldos foram de Alagoas (+414), Roraima (+669) e Acre
(+760).
Salário médio
O salário médio de admissão nos empregos com carteira assinada foi de R$
2.251,81 em abril, 0,71% maior do que em março.
Acumulado do ano
Todos os cinco principais setores da economia apresentaram saldos positivos na
geração de empregos formais em 2025. O setor de Serviços liderou com a criação
de 504.571 vagas (+2,19%). Em seguida, veio a Indústria, que gerou 190.477
postos de trabalho (+2,13%). A Construção ficou em terceiro lugar, com 135.202
vagas (+4,73%). Já a Agropecuária contribuiu com 55.605 novos empregos
(+3,09%), e o Comércio registrou 36.523 postos criados (+0,35%).
São Paulo foi o estado que mais gerou empregos no acumulado do ano, com 284.033
novas vagas (+1,98%). Na sequência, destacam-se Minas Gerais, com 105.584
postos (+2,15%), e o Paraná, com 79.914 vagas (+2,48%). Considerando a variação
relativa, os maiores crescimentos foram registrados em Goiás (+3,56%), Mato
Grosso (+3,20%) e Tocantins (+3,01%).
Tribuna do Norte
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