Em pronunciamento na
segunda-feira (24), Lula afirmou que recebeu um “país destruído”, ignorando que
o Brasil, ao fim de 2022, ainda no governo Bolsonaro, registrou superávit de R$
54,9 bilhões, inflação controlada e contas equilibradas. O petista também
sinalizou a intenção de veicular novos pronunciamentos a cada 15 dias. “Lula
usa a TV pública para espalhar fake news e distorcer a realidade! Fala em país
destruído, mas quem o afunda há mais de dois anos é o desgoverno do PT! Em
razão disso, vamos à AGU, PGR e ao TCU exigir investigação por fake news,
propaganda eleitoral antecipada e dano ao patrimônio público!”, denunciou
Rogério Marinho nas redes sociais.
À AGU, o senador questiona a
coerência do órgão, que instituiu um “Ministério da Verdade” para,
supostamente, combater desinformação, mas se mantém inerte diante de casos de
fake news propagados por Lula, a exemplo da fala em transmissão oficial.
Rogério Marinho cobra uma postura institucional do ministro da pasta, Jorge
Messias, e pede a abertura de procedimento para investigar a disseminação de
informações enganosas por Lula, que utiliza a estrutura do Estado para criar
narrativas que não condizem com a realidade.
Já à PGR, o líder da oposição
pede investigação por improbidade administrativa e propaganda eleitoral
antecipada, apontando que Lula tem utilizado redes de TV e rádio não para
tratar de assuntos de interesse nacional, mas para reforçar sua imagem e atacar
adversários políticos. Para o senador, o presidente busca construir uma
narrativa que lhe favoreça para as eleições de 2026, utilizando-se de um bem
público para fazer campanha política fora do período permitido pela legislação
eleitoral, quer será feito quinzenalmente.
Por fim, Rogério Marinho
também acionou o TCU para que seja investigado o dano ao patrimônio público, em
razão do uso de recursos públicos na produção de peça de propaganda e na
transmissão oficial em rede nacional de rádio e TV. O parlamentar cobra uma investigação
sobre os gastos com produção e veiculação do pronunciamento de Lula e exige
medidas para coibir o uso da estrutura estatal para fins políticos.
Agência Brasil
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