A queda do diesel acontece em
meio a especulações sobre um possível aumento de preços da Petrobras, já que a
empresa não mexe no diesel há 399 dias.
Segundo a Abicom, são 91 dias
de janela fechada para importação do combustível.
A queda da defasagem também
sofre a influência do dólar, cuja cotação vem recuando nos últimos dias.
Na terça, a moeda
norte-americana fechou cotada a R$ 5,89, enquanto o petróleo, recuou para US$
76,49 o barril. Nesta quarta-feira, a commodity registrava cotação de US$ 75,98
o barril, dando continuidade à trajetória de queda.
Pelos cálculos da Abicom, para
atingir a paridade com os preços internacionais a Petrobras poderia aumentar o
diesel em R$ 0,55 por litro e a gasolina em R$ 0,24 por litro.
A Refinaria de Mataripe, na
Bahia, privatizada no governo Bolsonaro, ao contrário da Petrobras, continua
praticando a política de paridade de importação (PPI).
Com isso, a diferença de
preços em relação ao Golfo é de apenas 1% para os dois combustíveis. Na
quarta-feira, 22, Mataripe elevou o diesel em R$ 0,03 o litro e reduziu o litro
da gasolina em R$ 0,07.
Estadão Conteúdo
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