A Operação Arca de Noé
2 mirava uma rede de criação e comercialização de animais exóticos. Entre
as espécies encontradas havia um escorpião-imperador (Pandinus imperator), um
réptil da espécie Eublepharis macularius (Gecko Leopardo), dez aranhas caranguejeiras,
18 serpentes e três lagartos de espécies ainda não identificadas. Também foram
encontradas centenas de insetos usados na alimentação dos animais silvestres
mantidos em cativeiro.
Foram cumprios nove mandados
de busca e apreensão, expedidos pela Primeira Vara Federal em Campinas, em
cidades dos estados de São Paulo (Campinas, Guarulhos, São Paulo, Sorocaba,
Votorantim e Rio Claro) e Rio de Janeiro (Duque de Caxias).
Segundo a delegacia da Polícia
Federal em Campinas, a investigação iniciou a partir de dados obtidos após a
prisão em flagrante de um de um homem no ano passado por criar e manter
ilegalmente em cativeiro dezenas de cobras, aranhas, lagartos e tartarugas,
além de comercializá-los por meio de redes sociais. “Entre as informações
apuradas após a prisão foi identificada uma extensa rede de contatos de
pessoas", diz a PF.
Segundo o Ibama, em 2024 o
órgão lavrou mais de 350 autos de infração com valor superior a R$ 25 milhões
somente no estado de São Paulo.
Agência Brasil
0 comentários:
Postar um comentário