De acordo com a investigação, o mineral, transformado em paralelepípedos, era usado em obras públicas e privadas sem qualquer tipo de autorização.
A ação mobilizou
aproximadamente 30 policiais federais e três auditores fiscais da Secretaria de
Estado da Fazenda (Sefaz-RN), que atuaram na apuração de ilícitos tributários.
As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Federal de Natal.
Ainda segundo a PF, as
atividades ocorriam sem licença ambiental, sem título minerário e em condições
precárias de trabalho. A investigação começou após denúncia de que empresas
estariam extraindo o mineral de forma clandestina e vendendo o material para
construtoras que executavam obras públicas e privadas.
Os levantamentos também
apontam fraudes tributárias, já que parte das empresas envolvidas deixou de
recolher receitas aos cofres estaduais durante a comercialização dos
paralelepípedos.
Tribuna do Norte

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