Segundo o Departamento
Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), responsável
pela pesquisa, as maiores elevações observadas no mês de março
ocorreram nas capitais da Região Sul do país: Curitiba (3,61%), Florianópolis
(3%) e Porto Alegre (2,85%).
Entre os maiores vilões para o
aumento da cesta no mês passado estão o café, que subiu em todas as capitais
analisadas, o tomate e o leite integral. Por outro lado, o preço do quilo da
carne bovina de primeira caiu em 15 capitais, com exceção de João Pessoa e do
Recife.
A cesta básica mais cara do
país continua a ser a de São Paulo, onde o custo médio chegou a R$ 880,72. Em seguida
vêm Rio de Janeiro (R$ 835,50), Florianópolis (R$ 831,92) e Porto Alegre (R$
791,64).
Já a cesta mais barata foi
observada nas capitais das regiões Norte e Nordeste do país, onde a composição
de produtos é diferente. Os menores valores médios foram encontrados em Aracaju
(R$ 569,48), João Pessoa (R$ 626,89), no Recife (R$ 627,14) e em Salvador (R$
633,58).
Com base na cesta mais cara,
que em março foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação
constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para
suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene,
transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o salário mínimo em
fevereiro deveria ser de R$ 7.398,94 ou 4,87 vezes o mínimo reajustado em R$
1.518,00.
Agência Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário