quinta-feira, 16 de abril de 2009

SURTO DE LEISHMANIOSE ASUSTA POPULAÇÃO EM PATAXÓ

Populares da comunidade de Pataxó, município de Ipanguaçú, estão preocupados com o andaço da Leishmaniose o popular CALAZAR. Segundo o agricultor Miguel da Silva Barbosa, é comum encontrar cães contaminados pelas ruas abandonados e até mesmo nas casas de seus donos.

O prefeito Leonardo oliveira somente ontem foi avisado, 15/04, por ocasião da Audiência Pública havida na comunidade para tratar do abastecimento de água, mandando imediatamente comunicar a Secretaria de Saúde para tomar providências.

O Norte e Nordeste do Brasil detêm a maioria dos casos de leishmaniose. No entanto, a doença tem se manifestado em outras regiões do país, causando preocupação por se tratar de uma zoonose, doença que pode ser transmitida do animal para o ser humano.

A leishmaniose apresenta-se no cão com sinais de emagrecimento progressivo, aumento do baço e fígado, crescimento exagerado das unhas e ferimentos na pele que nunca cicatrizam. Nem sempre todos esses sintomas estão presentes, e o animal pode ter leishmaniose sem manifestar sinal algum. Doenças de pele como a sarna negra podem ser confundidas com a forma cutânea do calazar. Por isso, apenas com exames laboratoriais é possível diagnosticar a leishmaniose. Somente o exame clínico pode levar a afirmações precipitadas.

No ser humano, a leishmaniose apresenta diversas manifestações (na pele ou órgãos). Se diagnosticada a tempo, pode ser tratada com grandes chances de recuperação para o paciente.

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