Segundo ela, a unificação das listas de espera e a implantação de um sistema de regulação estadual corrigiram uma distorção histórica: a falta de controle centralizado sobre as demandas. “Antes, não havia uma fila única nem critérios claros. O que estamos fazendo agora é organizar o sistema e garantir mais justiça no acesso”, destacou.
Samanda ressaltou que o novo modelo, implementado durante o governo da professora Fátima Bezerra, permite acompanhar as solicitações em tempo real, reduzir desigualdades entre regiões e assegurar maior controle público, inclusive com acompanhamento de órgãos como o Ministério Público.
A vereadora também apresentou dados que apontam avanço na realização de cirurgias. De acordo com ela, a rede estadual saiu de cerca de 5 mil procedimentos por ano, ao final da gestão anterior, para quase 18 mil cirurgias realizadas no último ano. “Estamos falando de quase quatro vezes mais atendimentos. Isso mostra que, além de organizar, o sistema também está produzindo mais”, afirmou.
Ela ainda destacou a ampliação
da rede hospitalar, com novos leitos de UTI e fortalecimento de serviços em
cidades como Assú, Pau dos Ferros e Mossoró, reforçando a interiorização da
saúde pública no estado. “Não podemos tratar transparência como problema. O que
incomoda alguns é que agora os dados existem, são públicos e mostram a
realidade. E é com base nessa verdade que vamos seguir avançando”, concluiu.

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