A mudança vale para cidadãos
de todos os países e foi anunciada em julho pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos. .
A isenção de entrevista ainda
vale para solicitantes de vistos diplomáticos e oficiais, funcionários de
organizações internacionais e militares e para quem vai renovar um visto que
expirou há menos de 12 meses e tinha pelo menos 18 anos quando o visto anterior
foi emitido.
Nesse último caso, o viajante
deve aplicar o pedido no país de nacionalidade ou residência, nunca ter tido um
visto para os EUA recusado (a menos que tal recusa tenha sido superada ou
renunciada) e não ter inelegibilidade aparente ou potencial.
Os agentes consulares ainda
podem exigir entrevistas presenciais, caso a caso, por qualquer motivo. No
Brasil, há unidades consulares dos Estados Unidos em Brasília, São Paulo, Porto
Alegre, no Recife e Rio de Janeiro.
O visto para não imigrantes
serve para o estrangeiro entrar nos Estados Unidos temporariamente e tem várias
durações de permanência e finalidades como turismo, negócios, trabalho
temporário, tratamento médico e estudos. É um documento diferente daquele concedido
para os imigrantes que têm relações familiares ou de trabalho que as permitem
viver permanentemente nos Estados Unidos.
Taxa de integridade
Tirar o visto de não imigrante
também ficará mais caro. O Congresso dos Estados Unidos aprovou em julho a
criação da chamada Taxa de Integridade do Visto, no valor de US$ 250, para a
emissão do documento. Ela será adicional aos custos já praticados atualmente,
de US$ 185.
Com isso, a obtenção do visto
deve chegar a US$ 435 – mais de R$ 2 mil. Em alguns casos, a taxa poderá ser
reembolsada.
A medida deve entrar em vigor
em 1º de outubro, início do ano fiscal estadunidense, mas ainda não há
comunicado oficial sobre a data.
Agência Brasil

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