A saída, segundo líderes, deverá ser feita imediatamente. “Informamos a todos os detentores de mandato que devem renunciar a qualquer função que ocupem no governo federal. Em caso de descumprimento desta determinação, se dirigentes desta Federação em seus estados, haverá o afastamento em ato contínuo. Se a permanência persistir, serão adotadas as punições disciplinares previstas no estatuto. Esta decisão representa um gesto de clareza e de coerência. É isso que o povo brasileiro e os eleitores exigem de seus representantes”, anunciou a federação
O principal dilema está entre
os ministros. Correligionários tanto do PP como do União dizem que eles
resistem a entregar a pasta.
Neste momento, o União tem o
controle de três pastas – Celso Sabino (Turismo), Frederico Siqueira
(Comunicações) e Waldez Góes (Integração Regional) na Esplanada dos Ministérios
e o PP tem uma – André Fufuca (Esporte).
Parlamentares do União
argumentam que, na verdade, o partido encabeça apenas um ministério, com
Sabino, enquanto as outras indicações teriam partido pessoalmente do presidente
do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Sabino cogita, inclusive,
pedir licença ou sair do União Brasil para preservar o cargo de ministro do
Turismo.
Tanto PP e União já vem
ensaiando essa saída do governo há algum tempo. Em ato que selou a aliança dos
dois partidos, no meio de agosto, lideranças de ambas as siglas fizeram
críticas a Lula, causando constrangimento a Fufuca, que esteve presente.
A nível pessoal, o próprio
Fufuca disse que está com Lula. “Meu voto pessoal é dele (Lula)”, disse o
ministro naquele dia.
Ciro Nogueira e Antonio Rueda
já negociam com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, a anistia e eleições
de 2026.
Estadão Conteúdo

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