O anúncio foi feito pela
presidente da estatal, Magda Chambriard, durante lançamento de um programa para
aquisição de crédito de carbono, na sede da companhia, no Rio de Janeiro.
O novo valor do combustível
vendido às refinarias será, em média, de R$ 3,55 por litro. De acordo com
cálculos da empresa, considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A e
14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos, a parcela da
Petrobras no preço ao consumidor passará a ser de R$ 3,05/litro, uma redução de
R$ 0,15 a cada litro de diesel B.
A última mudança no preço do
diesel tinha sido em 1º de fevereiro, quando houve alta de R$ 0,22.
A Petrobras informou que, com
o novo preço de abril, o diesel barateou R$ 0,94 por litro, representando recuo
de 20,9% desde dezembro de 2022, quando houve a mudança de governo Bolsonaro
para Lula. Considerando a inflação do período, a redução chega 29%, informou a
estatal.
Magda Chambriard reforçou a
defesa da política de preços da companhia, alterada em 2023. A atual política é
considerada como “abrasileiramento” dos valores, pois leva em conta fatores
como o custo da produção de petróleo no Brasil e a participação da Petrobras no
mercado consumidor.
A intenção é não trazer para o
consumidor brasileiro as flutuações bruscas dos preços internacionais e manter
a estatal competitiva, para não perder mercado para concorrentes. “A gente olha
preço a cada 15 dias”, afirmou a presidente.
“Se precisar subir, a gente
sobe, se precisar descer, a gente desce. Neste momento, o que a gente está
dizendo é: o abrasileiramento de preços de combustível no Brasil gerou uma
economia relevante para a sociedade brasileira.”
Agência Brasil

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