Os dados foram reunidos pelo
Ministério do Turismo, com a Agência Brasileira de Promoção Internacional do
Turismo (Embratur) e a Polícia Federal, a partir das Estatísticas do Setor Externo, divulgadas pelo Banco
Central na última semana.
“O turismo internacional
tornou-se um grande motor da economia do Brasil. É o setor que mais cresce e
gera muitos empregos. Afinal é onde 95% dos negócios são em micro, pequenas e
médias empresas”, afirmou o presidente da Embratur, Marcelo Freixo.
No acumulado do bimestre, o
turismo estrangeiro injetou mais de US$ 1,6 bilhão, correspondendo a um
crescimento de 10,4% na comparação com os dois primeiros meses de 2024. No
período a entrada de viajantes de outros países cresceu 57%, na comparação com
o primeiro bimestre do ano anterior, somando 2,8 milhões de desembarques.
De acordo com nota divulgada
pela Embratur, o setor foi impulsionado por um calendário de eventos
internacionais, que deverá se manter em alta ao longo do ano com a realização
da Cúpula do Brics, em julho, no Rio de Janeiro. O Brics
é formado por África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, China, Egito,
Emirados Árabes, Etiópia, Indonésia, Índia, Irã e Rússia. Outros nove países
são parceiros do bloco.
E, em novembro deste ano,
Belém será sede da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP
30).
Para o presidente da Embratur,
os sucessivos recordes ocorridos no setor refletem também um trabalho de
promoção internacional, associado ao aumento da conectividade aérea entre os
destinos.
“O Brasil tá na moda, mas é
graças ao trabalho conjunto do poder público e privado”, ressaltou Freixo.
* Matéria atualizada às 16h17
para correção na lista de países que fazem parte do Brics.
Agência Brasil
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