As concessões que formam o
perímetro da transação registraram uma produção média diária de aproximadamente
250 barris de óleo equivalente em 2024, conforme fato relevante divulgado pela
Brava Energia nesta segunda-feira (10). O contrato de venda foi assinado na
última sexta-feira (7).
O contrato prevê que todo o
óleo produzido durante o período de transição seja vendido para a refinaria da
Brava Energia e sua geração de caixa abatida do valor da transação e que o
consórcio comprador assuma a responsabilidade pelo abandono do ativo, estimado
em aproximadamente US$ 21 milhões pela Companhia.
A conclusão da transação está
sujeita a condições precedentes, em especial à aprovação da Agência Nacional do
Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), dentre outros.
“Essa transação está alinhada
à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da
companhia, concentrando esforços em ativos de maior prioridade em termos de
retorno ajustado a riscos, crescimento e opcionalidades”, diz o comunicado da
Brava Energia.
Tribuna do Norte

Nenhum comentário:
Postar um comentário