Pescadores e pequenos Agricultores,
moradores no entorno do açude Mendubim, uniram-se na busca por alternativa que
os ajudasse combater práticas danosas contra o Meio Ambiente, exercidas por
pessoas desavisadas, na Bacia hidrográfica do reservatório.
A primeira reunião formal
ocorreu no dia 18 de julho, às 9.00 horas, nas instalações do Sindicato dos
Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Assú e contou
com a presença de representantes do Ministério Público Estadual, Polícia
Militar Ambiental, Secretária Municipal de Meio Ambiente e dos Recursos
Hídricos de Assú, do DNOCS, do Professor e ambientalista, Aldo Cardoso; do
presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Assú, da Colônia de Pesca
de Assú, e naturalmente dos pescadores.
No decorrer do encontro foram relatados,
por pescadores, e discutidos vários e importantes pontos no que tange as
práticas danosas, vivenciadas diuturnamente no entorno e no interior do
reservatório.
Após os debates e mediante
orientação das instituições presentes, foram elencadas várias ações mediadoras
e inibidoras, possíveis de serem adotadas pelos comunitários e com o apoio dos
órgãos presentes, incluindo a criação de um Comitê Gestor de meio Ambiente, formado por 26 membros, e a
reativação do COGESAM – Comissão Gestora do Açude Mendubim, criada em 2006
através de Portaria do Ministério da Integração Nacional.
Ressalta-se, pois, que neste
momento o foco principal é a pesca predatória que vem sendo praticada por
pescadores de outras comunidades, inclusive de outros municípios, com uso de
apetrechos inadequados como: redes de malhas miúdas, batimentos de buias e
tibungos, tarrafas, arpões e outros.
Vale salientar que o objetivo
dos membros do Comitê não é discutir ou brigar com ninguém e sim informar ao
cidadão ou cidadã as normas preestabelecidas no Regimento Interno do órgão,
apoiadas pelas instituições normativas e punitivas brasileiras, pela sociedade
local que respaldam o projeto.
“Providencias já estão sendo tomadas para que, após esse momento de informações educativas, como estamos fazendo agora e caso continuem os abusos, tenhamos a presença da força inibitiva e punitiva, nesse caso, a Polícia Ambiental”, ratificou o Sr. Janíson Samael da Silva, coordenador titular do Comitê.
“Providencias já estão sendo tomadas para que, após esse momento de informações educativas, como estamos fazendo agora e caso continuem os abusos, tenhamos a presença da força inibitiva e punitiva, nesse caso, a Polícia Ambiental”, ratificou o Sr. Janíson Samael da Silva, coordenador titular do Comitê.
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