A votação da
reforma trabalhista está marcada para as 11h, mas a expectativa
entre os parlamentares é que a discussão tome toda a tarde. Se o texto aprovado
for o mesmo que saiu da Câmara, seguirá direto para a sanção de Temer. Caso
haja alterações, voltará para nova discussão dos deputados. Entre as mudanças
propostas, a reforma estabelece que pontos negociados entre patrões e
empregados em acordos coletivos tenham força de lei.
O projeto também permite
parcelar férias em até 3 vezes e acaba com a contribuição sindical obrigatória.
Para governistas, a reforma modernizará a legislação e ajudará o país a sair da
crise. A oposição diz que o projeto precariza as condições de trabalho.
Nenhum comentário:
Postar um comentário