Fazenda Limoeiro, localizada na comunidade do mesmo nome, abriga séculos de histórias. A casa sede da fazenda, construída no meado do século 17, nos idos de mil oitocentos e tal, teve com objetivo primeiro abrigar os operários e mestres de obras que construíram o primeiro Açude da fazenda, denominado de Limoeiro e que fica a frente da casa.
Sua construção é do tipo “taipa”, estuque ou algo semelhante, sustentada por amarras de madeira bruta, presas com embira, com acabamento em massa dosada de argila com cal, curtida durante quinze dias para tingir o grau de qualidade utilizado naquela época.
Medindo cerca de 12.000 hectares, a fazenda que se limitava, ao norte, com a Lagoa do Poassá, ao sul com a fazenda Cruzeiro, ao leste com diversas pequenas fazendas e com o rio Paraú, e por fim, ao oeste com as estradas de Upanema e Paraú, com o objetivo de facilitar a administração foi dividida em duas sedes; Limoeiro e Camelo.

Conheça mais sobre assa secular fazenda e suas histórias na próxima edição do jornal Folha do Vale, coluna "Fazendo Nossa Parte".
Amigo de Infância Nelson, vc mim emociomou com essa reportagem sob o sítio Limoeiro, acredito que está sedimentado em nossas mentes, toda nossa infância feliz que tivemos nessa fazenda tão "hospitaleira" como chamava Expedito Silveira In memoria. Quando a ví essa parede do sangradouro do açude, mim recordei como se estivesse sido ontem, meu pai Oliveira, mandando-me comprar na bodega do João Barbosa, uma cuia de farinha, uma banda de rapadura e uma garrafa de gàs rssrsrsrs, mas a vida só é boa por isso mesmo, companheiro, Irei em assú o mais breve possível, e lhe procurarei. Hoje moro em Recife e estou à sua disposição
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