Caro amigo Juscelino França:
Vivemos num mundo onde a lei da sobrevivência é cruel, nas grandes cidades e especialmente nas pequenas. É lamentável que pessoas despreparadas e desocupadas, é dessa forma que vejo, usem de má fé para fazer intrigas. Porem é uma verdade incontestável.
Existe ainda um sentimento dessas poucas pessoas, são poucas graças ao bom Deus, de, sorrateiramente, dedicarem seu “precioso” tempo para apregoando o malfazejo.
Todavia, cabe aos envolvidos usarem da sabedoria e não se deixarem, como diria um velho amigo, emprenhar pelos ouvidos, e, usando do sempre coerente bom senso, onde ganha aquele que reconhece a necessidade de ouvir as partes e enxergar a verdade entre a razão e a emoção.
Olhando para a máxima “cada um dá o que tem”, costumo dizer aos amigos que, deveremos saber tirar o lado bom da coisa ruim. Nada é tão ruim que dela algo não possa ser aproveitado.
Acredito que o momento seja de reflexão, precisa-se pensar macro, deixando claro que acima de nossos intentos pessoais, sobrepõe-se o sentimento coletivo e institucional pelo nosso Assú. Falar ficou para todos, construir para poucos. Refletir é preciso.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
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