Segundo a DPU, uma normativa
interna dos Correios classifica como ARE os locais que não apresentam condições
de segurança ao carteiro para a entrega domiciliária. Pela norma, a ECT pode
adotar “medidas defensivas” de entrega nessas áreas.
A política de restrição de
entrega dos Correios estabelece ainda, de acordo com a DPU, prazos
diferenciados (mais longos) para alguns CEPs ou denominada “entrega
interna” – a retenção da encomenda na sede da ECT mais próxima à residência do
consumidor, que fica responsável por retirá-la.
“Entre as medidas a serem
tomadas [pelos Correios] está a contratação de prestadores locais para executar
o serviço de entrega de encomendas nessas regiões restritas, por meio do
Sistema de Registro de Preços (SRP); a colocação de terminais de autoatendimento,
oferecendo aos destinatários das áreas restritas a opção de retirada utilizando
o QR Code ou código de acesso enviado pelos Correios; e a contratação de
pequenas empresas prestadoras (MEI) para entrega domiciliar nesses locais”,
disse a DPU, em nota.
De acordo com a Defensoria
Publica, o acordo prevê ainda que os Correios também deverão tornar público aos
usuários os critérios de restrição das entregas, bem como as novas modalidades
de serviço de entrega alternativos, de forma que o destinatário tenha
conhecimento de todos os trâmites necessários.
A Agência Brasil solicitou
aos Correios os locais na Região Metropolitana de SP em que o novo sistema de
entrega passará a funcionar e aguarda resposta.

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