Para o senador potiguar a
sentença é “uma condenação injusta de um inocente, conduzida em um processo
onde faltou imparcialidade, sob a sombra do chamado inquérito das “fake news”,
que virou instrumento de perseguição política e precisa ser imediatamente
encerrado”.
Marinho acrescentou, na nota,
que “o Brasil precisa de paz, e a solução está no Congresso Nacional, a quem
cabe — com competência privativa — aprovar a anistia ampla, geral e
irrestrita”.
Por fim, defendeu “uma medida
de justiça e pacificação, que contemple não apenas Bolsonaro, mas todos os
perseguidos pelos eventos de 8 de janeiro. É hora de virar a página dessa
escalada autoritária”.
O deputado Zucco (PL-RS),
criticou o voto da ministra, categorizando Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes,
relator do caso, como “promotores de acusação” e Flávio Dino como “político”.
“Não estamos surpresos com o resultado, já era esperado. Saímos daqui com a
certeza que não houve o devido processo legal”, afirmou o líder da oposição.
O deputado do PL ainda
acredita que a formação da maioria para condenar o ex-presidente Bolsonaro
fortalece a oposição.
Após a ministra Cármen Lúcia,
do STF (Supremo Tribunal Federal), formar maioria para condenar o ex-presidente
Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado,
parlamentares que acompanhavam o voto na Primeira Turma se manifestaram.
O líder do PT na Câmara,
deputado Lindbergh Farias (RJ), afirmou que “hoje é um dia histórico para a
democracia brasileira”.
O deputado ainda elogiou o
voto da ministra e definiu como sendo “contundente”. Com a maioria formada, o
líder do PT acredita que anistia precisa ser “enterrada”.

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