Os animais estavam
em estágio avançado de decomposição, o que, segundo o instituto, dificulta
identificar a causa das mortes.
"Entre as hipóteses para
esses encalhes com base nas necropsias de animais frescos ou no quadro clínico
dos animais vivos, podemos citar os efeitos da migração por longas distâncias,
dificuldade em encontrar alimento, parasitoses, quadros infecciosos e a
interação com a pesca", afirmou o instituto à Agência Brasil.
De acordo com os
especialistas, a espécie não está em risco por conta de eventos como este. Estima-se
que haja de 2 a 3 milhões destes animais na natureza, em grandes colônias, principalmente
na Argentina. Enfrentam, porém, risco por conta de pressões antrópicas e
climáticas em seu habitat.
O IPeC realiza salvamentos,
reabilitação e outras atividades de conservação da fauna marinha, como
organização civil responsável pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia
de Santos. A instituição também faz a destinação correta de animais marinhos
mortos, como pinguins, focas e baleias, que chegam às praias da região.
Caso algum animal marinho seja
encontrado debilitado na região de Cananéia, Iguape e Ilha Comprida, o
instituto pode ser acionado pelos telefones (13) 3851-1779, 0800 642
33 41ou pelo whatsapp (13) 99691-7851.
Agência Brasil

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