Atualmente, cerca de 7% da
energia elétrica consumida no Brasil procedem de Itaipu. A usina informou que
tem tarifa reduzida em 26% desde 2023 – valor que será mantido até dezembro de
2026. A empresa opera com mais de 97% de disponibilidade, fornecendo energia a
mais de 20 milhões de pessoas no Brasil.
Em 2025, Itaipu recebeu
o Milestone Award, principal premiação do Institute of Electrical and
Electronics Engineers (IEEE) como uma das obras que transformaram a
engenharia mundial.
A usina - construída há 51
anos sem modelagem digital e com mão de obra de mais de 40 mil trabalhadores -
tem hoje 20 unidades geradoras e 14 GW de potência instalada. Os mais de três
bilhões de megawatts-hora acumulados desde o início da produção de Itaipu
seriam suficientes para abastecer o mundo inteiro por 43 dias.
O diretor-geral brasileiro da
Itaipu Binacional, Enio Verri, explica que Itaipu é mais do que uma
usina. “É um projeto de integração entre nações, de compromisso com o
desenvolvimento sustentável e de liderança na transição energética. Ao
completar 51 anos, reafirmamos nossa missão de fornecer energia limpa e
acessível com responsabilidade social e ambiental para o Brasil, o Paraguai e o
planeta”, afirmou.
Transição energética
Na área de inovação, Itaipu
investe na transição energética por meio de projetos em biogás, hidrogênio de
baixo carbono, combustível sustentável de aviação e uma usina solar flutuante
no próprio reservatório. Cerca de US$ 649 milhões estão sendo aplicados na
atualização tecnológica da hidrelétrica.
“Além da produção energética
com uma das três tarifas mais baratas do país, Itaipu mantém forte atuação em
sustentabilidade. Desde os anos 1980, a usina promove ações ambientais e
sociais. Em 2005, ela assumiu oficialmente o compromisso de produzir energia
com responsabilidade socioambiental, destacada na sua missão institucional”,
diz nota da empresa.
Agência Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário