Os dados são da Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada nesta
sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O
maior aumento foi observado no Piauí, que passou de 7,5% para 10,2%.
Em seguida, aparecem os
estados do Amazonas (que subiu de 8,3% para 10,1%), Pará (de 7,2% para 8,7%) e
Ceará (de 6,5% para 8%). Pernambuco subiu de 10,2% para 11,6% e manteve-se
como a unidade da federação com maior taxa de desemprego do país.
Outros estados com alta na
taxa foram: Minas Gerais (de 4,3% para 5,7%), Maranhão (de 6,9% para 8,1%), Rio
Grande do Norte (de 8,5% para 9,8%), Rio de Janeiro (de 8,2% para 9,3%), Mato
Grosso (de 2,5% para 3,5%), Paraná (de 3,3% para 4%) e Rio Grande do Sul (de
4,5% para 5,3%).
Com estabilidade de um
trimestre para outro, Santa Catarina (3%) e Rondônia (3,1%) foram os estados
que apresentaram menor taxa de desemprego.
Já na comparação com o
primeiro trimestre de 2024, 21 das 27 unidades da federação mantiveram taxas
estáveis, enquanto seis tiveram queda: Bahia (de 14% para 10,9%), Espírito
Santo (de 5,9% para 4%), São Paulo (de 7,4% para 5,2%), Rio de Janeiro (de 10,3%
para 9,3%), Santa Catarina (de 3,8% para 3%) e Paraná (de 4,8% para 4%).
A taxa de desocupação
nacional, divulgada em 30 de abril, ficou em 7%, a menor registrada para o período desde o início
da pesquisa, em 2012.
O rendimento médio real mensal
subiu apenas em três estados do último trimestre de 2024 para o primeiro
trimestre deste ano: Rio de Janeiro (6,8%), Santa Catarina (5,8%) e Pernambuco
(4,7%). Nas demais unidades da federação, permaneceu estável.
Já na comparação com o
primeiro trimestre de 2024, o rendimento médio real em sete estados: Pernambuco
(23,4%), Alagoas (13,4%), Sergipe (13,2%), Santa Catarina (1,25%), Rio Grande
do Sul (6,8%), Paraná (6,4%) e Espírito Santo (4,9%). Nas demais unidades da
federação, ficou estável.
Cor, idade e sexo
A pesquisa do IBGE mostrou
ainda que a taxa de desemprego é maior entre os jovens: 26,4% entre aqueles de
14 a 17 anos e 14,9% entre os que têm de 18 a 24 anos. Nas demais faixas
etárias, as taxas são: de 25 a 39 anos (6,5%), 40 a 59 anos (4,7%) e de 60 anos
ou mais (3,1%).
Na comparação por sexo, as
mulheres enfrentam uma taxa de desemprego maior (8,7%) que os homens (5,7%). No
recorte por cor ou raça, os pretos têm uma taxa de 8,4% e os pardos, de 8%,
enquanto entre os brancos, o índice é de apenas 5,6%.
Em relação ao nível de
instrução, as taxas são menores entre aqueles com superior completo (3,9%) e
sem instrução (5,6%). A maior taxa é observada entre aqueles com ensino médio
incompleto (11,4%). As demais taxas são: fundamental incompleto (6,8%), fundamental
completo (7,9%), médio completo (8%) e superior incompleto (7,9%).
Agência Brasil

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