Os
deputados estaduais eleitos Tomba Farias (PSB) e Disson Lisboa (PSD) enfrentam
ações que contra a diplomação dos dois parlamentares. O Ministério Público
Eleitoral entrou com “recursos contra expedição de diploma”. Os dois processos
tramitam no Tribunal Superior Eleitoral. Eduardo Maia
Tomba Faria foi reeleição para exercer o mandato de deputado
Em
comum nos dois processos está o fato de que os parlamentares sofreram
condenações em órgão colegiado após a diplomação, que ocorreu no dia 18 de
dezembro. As condenações foram por improbidade administrativa, o que leva a
suspensão dos direitos políticos. É a partir desse fato, que a Procuradoria
Eleitoral pede ao Tribunal Superior Eleitoral para cassar os diplomas dos dois
eleitos.
O recurso impetrado contra o deputado Tomba Farias foi assinado pelo procurador regional eleitoral Gilberto Barroso. Ele destacou no processo a condenação do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no acórdão 566952, onde ele foi condenado por ato doloso ao erário com enriquecimento ilícito. No processo originário desse acórdão, Tomba Farias é acusado de receber, enquanto prefeito da cidade de Santa Cruz, no ano de 2009, recursos federais para construção de um canal de drenagem em área urbana. Mas segundo acusação do Ministério Público Federal (no processo número 2009.84.00.007787-7), o então gestor contratou uma empresa de fachada e, na verdade, o serviço foi executado pela própria prefeitura. Júnior Santos
O recurso impetrado contra o deputado Tomba Farias foi assinado pelo procurador regional eleitoral Gilberto Barroso. Ele destacou no processo a condenação do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no acórdão 566952, onde ele foi condenado por ato doloso ao erário com enriquecimento ilícito. No processo originário desse acórdão, Tomba Farias é acusado de receber, enquanto prefeito da cidade de Santa Cruz, no ano de 2009, recursos federais para construção de um canal de drenagem em área urbana. Mas segundo acusação do Ministério Público Federal (no processo número 2009.84.00.007787-7), o então gestor contratou uma empresa de fachada e, na verdade, o serviço foi executado pela própria prefeitura.
Disson Lisboa foi eleito para o primeiro mandato na Assembleia
Já
contra o deputado estadual eleito Disson Lisboa a condenação ocorreu pelo
acórdão 2013.014706-1 do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Ele
foi condenado a três anos e dois meses de detenção. O processo teve como
relatora a juíza convocada Ana Carolina Maranhão de Melo.
A denúncia do processo originário traz a informação de que em 2002, como prefeito de Goianinha, Disson Lisboa teria efetuado a compra de medicamento sem o processo licitatório.
O recurso contra expedição de diploma do deputado do PSD foi impetrado pela procurador regional eleitoral substituta Cibele Benevides, que citou, detalhadamente, a condenação determinada pelo Tribunal de Justiça.
Procurado pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE, o deputado Disson Lisboa disse que não teve conhecimento oficial do assunto. Ele afirmou que na próxima segunda-feira buscará a sua assessoria jurídica para discutir o assunto. Já o deputado Tomba Farias, embora contatado pelo celular, não atendeu aos telefonemas.
Caso o Tribunal Superior Eleitoral casse os diploma dos dois deputados, seria empossado como parlamentar o Major Fernandes (PSD) no lugar de Disson Lisboa e Vivaldo Costa (PROS) no lugar de Tomba Farias.
A denúncia do processo originário traz a informação de que em 2002, como prefeito de Goianinha, Disson Lisboa teria efetuado a compra de medicamento sem o processo licitatório.
O recurso contra expedição de diploma do deputado do PSD foi impetrado pela procurador regional eleitoral substituta Cibele Benevides, que citou, detalhadamente, a condenação determinada pelo Tribunal de Justiça.
Procurado pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE, o deputado Disson Lisboa disse que não teve conhecimento oficial do assunto. Ele afirmou que na próxima segunda-feira buscará a sua assessoria jurídica para discutir o assunto. Já o deputado Tomba Farias, embora contatado pelo celular, não atendeu aos telefonemas.
Caso o Tribunal Superior Eleitoral casse os diploma dos dois deputados, seria empossado como parlamentar o Major Fernandes (PSD) no lugar de Disson Lisboa e Vivaldo Costa (PROS) no lugar de Tomba Farias.
Tribuna do Norte
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