O evento, organizado pelo
pastor Silas Malafaia, teve a presença de presidenciáveis, como o governador de
Minas Gerais, Romeu Zema; do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas; da
ex-primeira-dama Michele Bolsonaro; e de políticos da oposição.
Durante o ato, que durou cerca
de 2h30, os discursos seguiram na mesma direção: anistia total e irrestrita aos
réus do processo, sobretudo a Bolsonaro, considerado por seus apoiadores o
único candidato da direita à Presidência da República no pleito de 2026. Até
mesmo Tarcísio, que nos bastidores vislumbrava esse posto, incluiu Bolsonaro na
corrida presidencial.
E a ordem dos discursos, que
teve até trilha sonora, já indicava a preferência dos organizadores por
Bolsonaro como candidato. Tarcísio, antes visto como possível nome, falou antes
de Malafaia, que antecedeu Michele Bolsonaro, a última a subir no carro de som.
Ela, visivelmente emocionada,
iniciou sua fala com um louvor e afirmou estar sendo humilhada por causa da
prisão domiciliar de Bolsonaro. Michele encerrou o discurso rezando um
Pai-Nosso e pedindo a Deus perdão para Alexandre de Moraes.

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