segunda-feira, 15 de setembro de 2025

A força da economia contada pela Tribuna do Norte

Foto: arquivo TN

A economia do Rio Grande do Norte sempre se construiu em ciclos, que alternaram períodos de auge e de crise, mas que, em conjunto, moldaram a identidade produtiva do estado. Ao longo dos últimos 75 anos, a Tribuna do Norte acompanhou cada etapa desse processo, registrando em suas páginas a chegada de novas atividades, os impactos sociais e as transformações que marcaram a vida dos potiguares.

 Este fascículo é um retrato desses caminhos da prosperidade. Do algodão que fez nascer uma indústria têxtil vigorosa em João Câmara à força da cana-de-açúcar no litoral; do sal que colocou Mossoró e Areia Branca no mapa internacional ao petróleo que trouxe a Petrobras para a Bacia Potiguar; da carnaúba, a “palmeira milagrosa”, ao brilho da scheelita que transformou Currais Novos em referência mundial; de cada ciclo restou não apenas riqueza, mas também aprendizado.

A cobertura da Tribuna do Norte mostra como esses ciclos se conectaram ao desenvolvimento social, à modernização da infraestrutura e à geração de empregos. Em paralelo, o jornal destacou os empreendedores que souberam resistir às crises e as empresas que sobreviveram às mudanças de mercado, consolidando sua presença na economia potiguar.

Hoje, um novo ciclo desponta com as energias renováveis. A força dos ventos, do sol e a promessa do hidrogênio verde colocam o Rio Grande do Norte na vanguarda da transição energética mundial, reafirmando sua vocação de transformar recursos naturais em desenvolvimento sustentável.

Assim, este fascículo não é apenas memória, mas também uma reflexão sobre o futuro. O RN segue em movimento, reinventando-se a cada ciclo econômico, e a Tribuna do Norte permanece como testemunha e protagonista dessa história.

Você sabia?

agropecuária do RN passou por profundas transformações ao longo dos anos, evoluindo de uma economia rural centrada na agricultura familiar para um setor diversificado que hoje abraça desde a moderna pecuária leiteira – chegando a fazer uma média de 500 mil litros por dia – até a caprinovinocultura, no Semiárido. Com venda a de melões, melancias e pescados para outros países, o agronegócio é responsável mais de um terço das exportações do RN.

Tribuna do Norte

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