Em nota, a Anvisa informou que
a decisão foi adotada porque a planta, de nome científico Pereskia
aculeata, não é autorizada como constituinte para suplementos alimentares.
“Para um ingrediente
específico ser autorizado como suplemento alimentar, é necessário que ele passe
por uma avaliação de segurança e eficácia”, destacou a agência no comunicado.
Isso significa que empresas
interessadas em comercializar o produto devem comprovar, de forma científica,
que ele é fonte de algum nutriente ou substância de relevância para o corpo
humano.
“Suplementos alimentares não
são medicamentos e, por isso, não podem alegar efeitos terapêuticos como
tratamento, prevenção ou cura de doenças. Os suplementos são destinados a
pessoas saudáveis. Sua finalidade é fornecer nutrientes, substâncias bioativas,
enzimas ou probióticos em complemento à alimentação.”
A medida, segundo a Anvisa,
não afeta o consumo ou a comercialização da planta fresca, que tem tradição de
uso na alimentação, sobretudo nos estados de Goiás e Minas Gerais.
Agência Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário