Além das prisões, foram feitas
apreensões de 58 adolescentes. Nas ações de revista feitas na entrada do
Sambódromo e dos megablocos, foram apreendidos 213 facas e outros itens
perfurocortantes.
“Considerando o volume de
pessoas, uma expectativa de 8 milhões no estado, em especial na cidade do Rio,
onde 6 milhões circularam por blocos, houve um planejamento muito importante da
Polícia Militar, utilizando esquemas como bloqueios de revista e utilização de
reconhecimento facial”, afirmou a porta-voz da PM, tenente-coronel Cláudia
Moraes.
O esquema de segurança contou
ainda com três carros de comando e controle da PM, que foram usados como
centros de recepção de imagens em tempo real. No total, 260 mil câmeras e
alarmes, além de 13 mil câmeras corporais instaladas em fardas de policiais, estão
interligadas com esses carros e com o Centro Integrado de Comando e Controle
(CICC).
Segundo a porta-voz da PM,
apesar de o balanço das prisões ainda não ter sido concluído, grande parte das
prisões foi motivada por furtos. Uma das ocorrências de maior gravidade
foi o assassinato de dois homens, em um bate-bola, na sexta-feira (28), em
Madureira, na zona norte da cidade.
“Os bate-bolas são uma
manifestação cultural da cidade da zona norte, mas infelizmente criminosos se
infiltram nesses grupos”, destaca a porta-voz. Segundo a Polícia Militar, dez
criminosos infiltrados em grupos de bate-bolas foram presos.

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