Ao todo, serão ofertados 332
blocos exploratórios em diversas partes do país. Até agora 89 empresas estão
inscritas na Oferta Permanente sob o regime de concessão. Dentre elas, Brava
Energia, BP Energy do Brasil, Chevron, CNOOC, Enauta, Eneva, Equinor, Exxonmobil,
Karoon, Origem Energia, Petrobras, PetroRecôncavo, Prio, QatarEnergy, Repsol,
Shell, Sinopec e TotalEnergies.
O Ministério de Minas e
Energia (MME) calcula que o leilão tem potencial de arrecadar R$ 444 milhões em
bônus de assinatura, além de R$ 3,2 bilhões em investimentos exploratórios
mínimos.
O ministro de Minas e Energia,
Alexandre Silveira, destacou a importância da regularidade dos leilões para o
setor.
“A retomada dos leilões de
blocos de petróleo e gás natural representa um passo muito importante para a
manutenção da segurança energética do país. Nosso compromisso é manter essa
regularidade na oferta de áreas”, afirmou.
Tribuna do Norte

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