Após a luz verde do gabinete de segurança de Israel, o
Conselho de Ministros deu sua aprovação final ao acordo, apesar da oposição de
membros da extrema direita. Por sua vez, o gabinete de segurança garantiu que o
acordo “sustenta a consecução dos objetivos da guerra”. O acordo, que deve
colocar fim aos 15 meses de guerra, prevê em uma primeira fase de seis semanas
a libertação de 33 reféns em Gaza, em troca de centenas de prisioneiros
palestinos detidos em Israel. O fim definitivo da guerra será negociado durante
esta primeira etapa.
Representantes de Egito, Catar e Estados Unidos, mediadores
do conflito, se reuniram nesta sexta-feira no Cairo com uma delegação
israelense para acordar “todas as disposições necessárias para aplicar” o
cessar-fogo, disseram meios de comunicação egípcios.
Com informações da Jovem Pan News/Tribuna

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