
“Fruticultura: Alternativa que gera emprego e renda”
Capacitação em artesanato com palha do tronco da bananeira termina hoje
Se para os agricultores o cacho de banana é que gera renda, para alguns jovens e mulheres do Vale do Açu a riqueza dos bananais não está na fruta, mas sim nos troncos de bananeiras colhidas e que são geralmente descartados.
Se para os agricultores o cacho de banana é que gera renda, para alguns jovens e mulheres do Vale do Açu a riqueza dos bananais não está na fruta, mas sim nos troncos de bananeiras colhidas e que são geralmente descartados.
É o que acontece com cerca de 15 artesãos que estão sendo capacitados na V Semana da Banana e I Encontro de Fruticultores de Alto do Rodrigues, através de um curso em artesanato produzido com a palha extraída do tronco da bananeira. É mais uma alternativa de geração de emprego e renda para as famílias rurais do Vale do Açu, criada pela Emater, Sebrae e Prefeitura Municipal de Alto do Rodrigues, realizadores do evento, e que conta com o patrocínio do Banco do Nordeste, Governo do Estado e Ministério do Desenvolvimento Agrário e com o apoio da Emparn, Ufersa, Idiarn, Embrapa, Adiba, Crop Agrícola, I.G. Produtos Agrícolas, Rádio Princesa do Vale e FM 104,9 Alto do Rodrigues.
Os produtos confeccionados durante a capacitação serão expostos na noite desta sexta-feira e sábado, na Feira de Produtos Artesanais, em Alto do Rodrigues.
Iniciativas como essa já foram desenvolvidas no passado e hoje os participantes de eventos anteriores estão multiplicando seus conhecimentos. É o caso de Toni Ramos de França Santos, Adriana Pereira de Morais e Maria Lúcia do Nascimento, que estão sendo instrutores do Curso de Artesanato com Pseudocaule da Banana, que faz parte da programação da V Semana da Banana e I Encontro de Fruticultores de Alto do Rodrigues.
Eles acreditaram na ideia após participarem de um curso promovido no ano passado pelo Sebrae em parceria com a Emater e apostaram que a atividade daria certo. Atualmente eles e mais 10 artesãos estão produzindo bolsas, cardápios, porta guardanapos e porta canudos usando como matéria prima a palha do tronco da bananeira. São cerca de 150 peças produzidas ao mês que são enviadas para serem comercializadas em Natal. Para esse grupo o artesanato é uma promessa garantida de futuro.
Foto: Divulgação/Emater-Assú
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