Faltando pouco mais de um mês para expirar o prazo legal que permite filiações partidárias aos cidadãos e cidadãs brasileiros com pretensões políticas para as eleições de 2010, já começam os arquitetos desse universo chamado Política a desenhar caminhos com vistas a conquistar os tão almejados postos a serem disputados no próximo ano.
Os pretensos candidatos, com raras exceções, visitam em suas andanças os quatro cantos do estado. Alguns conhecem lugares que nem pensavam existir. Trocam suas vestes de grife por trajes regionais na tentativa de ficarem mais próximos do povão. Comem de tudo e com todos. Bebem da mesma água como se tudo aquilo fosse natural.
Por trás deles estão os conselheiros, os marqueteiros, os maquiadores e fabricantes de falsas imagens que, mais uma vez, se preparam para iludir o povo de boa fé. E os cidadãos trabalhadores, acostumados com promessas vãs, ainda depositam esperanças nos discursos fantasiosos que mais lhes pareçam verdadeiros.
Gestos nobres e humanitários, assim como calorosos abraços são facilmente distribuídos. Amáveis e simpáticas faces esboçam largos sorrisos. Traiçoeiras máscaras, uma para cada ocasião, são utilizadas. E assim, mais uma vez, trabalha-se para lesar a confiança e a boa fé do cidadão, principalmente o mais humilde. Entretanto não se pode generalizar. Existe uma minoria consciente do importante papel no exercício da política de uma comunidade, de uma nação. Por esse motivo é necessário refletir e, com muita destreza, escolher dentre tantos aqueles que apresentem melhores propostas e projetos.
Para 2010, ano de eleições para os cargos de deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e presidente da república, as reflexões exigirão mais habilidade dos eleitores na hora de depositarem os votos que permitirão legitimar aos eleitos o direito de legislar e/ou administrar os interesses do povo brasileiro. É mais que importante ou imprescindível. Na verdade é imperativa a necessidade de fazer escolhas baseadas no passado impoluto dos candidatos, por serviços prestados no decorrer de seus mandatos públicos, ou, aos novatos, por suas condutas profissional, social e moral vivenciadas perante a sociedade.
Notadamente é comum a sociedade rotular a classe política com adjetivos desabonadores, esquecendo ser a política o maior instrumento de desenvolvimento socioeconômico do planeta. Uma verdade incontestável. Assim, diante disso, recai sobre todos os seres humanos a responsabilidade de fazer a melhor escolha na hora de votar, conscientes de que errar representa quatro anos de atraso; significa muito mais que os prejuízos momentaneamente apresentados; representa a evolução negativa do desenvolvimento deixado de haver.
No Brasil grandes salários são pagos à classe política, principalmente aos chamados “Cargos em Comissão”, criados com o objetivo contribuir para formação de equipes de confianças dos detentores de mandatos, portanto tais cargos deveriam ser ocupados por pessoas altamente competentes, obedecendo a severos criteriosos currículos, mas na realidade servem para atender aos compromissos assumidos em campanhas, desvirtuando completamente a concepção que os levaram a existir.
Em compensação, profissionais bem preparados, trabalhadores em outras áreas da administração pública, exemplificando especialmente as áreas da saúde, da educação e da segurança, recebem subsalários com o dever e com o compromisso de salvar vidas, de formar cidadãos e de zelar pela integridade do povo da nação brasileira, enquanto os representantes desse mesmo povo, eleitos legisladores para defender os interesses da população, onde a maioria é formada pelas classes menos favorecidas, social e economicamente, brincam se divertido com recursos públicos em detrimento daqueles que, por muitas vezes, não têm em suas casas o necessário para alimentar seus familiares.
E o que fazer, diante de um sistema jurídico que, quase sempre, premia a incompetência, criando uma aparente certeza de impunidade, permitindo se pensar na pratica da famigerada corrupção? Corrupção de valores éticos e morais, de ideologias e princípios, de mentes, tráfego de influencias e tantas outras causadoras de prejuízos irreparáveis à nação brasileira.
Depende mais uma vez de cada cidadão e cidadã refletir na hora de exercer o legítimo poder de seu voto. É dever e direito de cidadania exercê-lo com decência, fazer com consciência a escolha dos candidatos que merecerão representar por quatro anos os interesses do município, do estado e do nosso país. Nunca é demais agir com prudência e com responsabilidade, já que os prováveis prejuízos serão pagos, para variar, por cada um de nós.
Os pretensos candidatos, com raras exceções, visitam em suas andanças os quatro cantos do estado. Alguns conhecem lugares que nem pensavam existir. Trocam suas vestes de grife por trajes regionais na tentativa de ficarem mais próximos do povão. Comem de tudo e com todos. Bebem da mesma água como se tudo aquilo fosse natural.
Por trás deles estão os conselheiros, os marqueteiros, os maquiadores e fabricantes de falsas imagens que, mais uma vez, se preparam para iludir o povo de boa fé. E os cidadãos trabalhadores, acostumados com promessas vãs, ainda depositam esperanças nos discursos fantasiosos que mais lhes pareçam verdadeiros.
Gestos nobres e humanitários, assim como calorosos abraços são facilmente distribuídos. Amáveis e simpáticas faces esboçam largos sorrisos. Traiçoeiras máscaras, uma para cada ocasião, são utilizadas. E assim, mais uma vez, trabalha-se para lesar a confiança e a boa fé do cidadão, principalmente o mais humilde. Entretanto não se pode generalizar. Existe uma minoria consciente do importante papel no exercício da política de uma comunidade, de uma nação. Por esse motivo é necessário refletir e, com muita destreza, escolher dentre tantos aqueles que apresentem melhores propostas e projetos.
Para 2010, ano de eleições para os cargos de deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e presidente da república, as reflexões exigirão mais habilidade dos eleitores na hora de depositarem os votos que permitirão legitimar aos eleitos o direito de legislar e/ou administrar os interesses do povo brasileiro. É mais que importante ou imprescindível. Na verdade é imperativa a necessidade de fazer escolhas baseadas no passado impoluto dos candidatos, por serviços prestados no decorrer de seus mandatos públicos, ou, aos novatos, por suas condutas profissional, social e moral vivenciadas perante a sociedade.
Notadamente é comum a sociedade rotular a classe política com adjetivos desabonadores, esquecendo ser a política o maior instrumento de desenvolvimento socioeconômico do planeta. Uma verdade incontestável. Assim, diante disso, recai sobre todos os seres humanos a responsabilidade de fazer a melhor escolha na hora de votar, conscientes de que errar representa quatro anos de atraso; significa muito mais que os prejuízos momentaneamente apresentados; representa a evolução negativa do desenvolvimento deixado de haver.
No Brasil grandes salários são pagos à classe política, principalmente aos chamados “Cargos em Comissão”, criados com o objetivo contribuir para formação de equipes de confianças dos detentores de mandatos, portanto tais cargos deveriam ser ocupados por pessoas altamente competentes, obedecendo a severos criteriosos currículos, mas na realidade servem para atender aos compromissos assumidos em campanhas, desvirtuando completamente a concepção que os levaram a existir.
Em compensação, profissionais bem preparados, trabalhadores em outras áreas da administração pública, exemplificando especialmente as áreas da saúde, da educação e da segurança, recebem subsalários com o dever e com o compromisso de salvar vidas, de formar cidadãos e de zelar pela integridade do povo da nação brasileira, enquanto os representantes desse mesmo povo, eleitos legisladores para defender os interesses da população, onde a maioria é formada pelas classes menos favorecidas, social e economicamente, brincam se divertido com recursos públicos em detrimento daqueles que, por muitas vezes, não têm em suas casas o necessário para alimentar seus familiares.
E o que fazer, diante de um sistema jurídico que, quase sempre, premia a incompetência, criando uma aparente certeza de impunidade, permitindo se pensar na pratica da famigerada corrupção? Corrupção de valores éticos e morais, de ideologias e princípios, de mentes, tráfego de influencias e tantas outras causadoras de prejuízos irreparáveis à nação brasileira.
Depende mais uma vez de cada cidadão e cidadã refletir na hora de exercer o legítimo poder de seu voto. É dever e direito de cidadania exercê-lo com decência, fazer com consciência a escolha dos candidatos que merecerão representar por quatro anos os interesses do município, do estado e do nosso país. Nunca é demais agir com prudência e com responsabilidade, já que os prováveis prejuízos serão pagos, para variar, por cada um de nós.