O levantamento aponta que
“cuscuz nordestino” mobiliza um volume expressivo de pesquisas online, com 36,6
mil menções ao termo em ferramentas como Google e Bing. A intenção de preparo é
um tema dominante, com 7,1 mil buscas por termos como "receita" e
"como fazer". As pesquisas, inclusive, não se limitam às elaborações
tradicionais. Há amplo interesse em opções de preparo no micro-ondas, sem
cuscuzeira, além de dúvidas sobre impacto calórico, demonstrando que
simplicidade e saudabilidade são prioridades para consumidores atualmente.
Além disso, 1,8 mil das
pesquisas estão frequentemente associadas a termos como “recheado” e
“temperado”, indicando um desejo por elevação do prato tradicional com receitas
mais criativas e personalizadas.
Quando a análise migra para as
plataformas de Inteligência Artificial, como Gemini e ChatGPT, o foco é
qualidade e conveniência. As ferramentas se tornam mecanismos de curadoria,
onde o usuário procura recomendações, principalmente relacionadas a kits prontos
e produtos congelados, melhores marcas, opções de delivery e restaurantes,
acompanhamentos e cuscuzeiras. O interesse do consumidor não envolve apenas o
ingrediente base, englobando fortemente o sabor final da receita.
Já nas mídias sociais,
especialmente em plataformas de vídeo como TikTok e YouTube, o cuscuz se
transforma em entretenimento, conectando-se com padrões de consumo hipervisuais
da Geração Z e Millennials. Entre os conteúdos de maior destaque, estão os humorísticos,
com 40% das menções. Já as receitas rápidas e práticas, conhecidas como
“hacks”, representam 35% das citações, com opções de cuscuz feitas no
micro-ondas e em canecas. Em terceiro lugar, estão os conteúdos de “food porn”
(25%), voltados para a indulgência visual. A imagem da margarina derretendo
sobre o cuscuz quente, por exemplo, atua como um poderoso gatilho de desejo e
ASMR. Representações de situações reais, onde o foco está na rotina,
estilo de vida, textura e estética do prato finalizado, geram mais engajamento
que tutoriais didáticos.
“O cuscuz é um prato que
carrega um forte viés afetivo e simbólico e, atualmente, vem ganhando cada vez
mais espaço no cotidiano dos brasileiros. Além de uma tradição, o prato se
tornou uma solução simples e personalizável para o dia a dia, reunindo identificação
cultural, apelo visual e fácil adaptação à rotina, desde às receitas mais
simples até as mais sofisticadas”, explica Marina Secaf, gerente executiva de
marketing de Spreads da MBRF.
Desde 2020, o cuscuz é
considerando um Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO. O prato típico,
inclusive, ganhou um movimento exclusivamente em sua homenagem: o
#MeuCuscuzéPatrimônio, criado pela marca de margarinas Deline para convidar
consumidores de todo o Nordeste a exaltarem o alimento, considerado um símbolo
cultural da região e uma herança afetiva transmitida de geração em geração.
SOBRE DELINE
Desenvolvida pensando no
público nordestino, a margarina Deline é a opção perfeita para a elaboração de
diversos tipos de receitas, sejam salgadas, doces, para um almoço especial ou
para uma receita rápida do café da tarde. Com a versatilidade e com seu sabor
característico, Deline deixa os momentos compartilhados com a família e com os
amigos ainda mais especiais. A flor de Mandacaru, ícone do Nordeste brasileiro,
marca presença na embalagem da Deline, reforçando ainda mais a ligação da marca
com o consumidor.
Contato Imprensa – MBRF
Weber Shandwick
imprensa@mbrf.com | mbrf@webershandwick.com
or: Weber Shandwick
Remetente: Giulia Costa
Leocadio gleocadio@webershandwick.com.br

Nenhum comentário:
Postar um comentário