A hipótese está no estudo
científico que coleta, analisa e resume os resultados de outras pesquisas
publicadas sobre o tema.
A revisão sistemática e
meta-análise global intitulada Eficácia da vacina contra herpes-zóster em
eventos cardiovasculares – uma revisão sistemática da literatura e
meta-análise, é de autoria do médico Charles Williams, diretor associado global
da GSK, companhia biofarmacêutica que produz medicamentos e vacinas.
O estudo foi apresentado na
manhã deste sábado (30) no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia de
2025, em Madri, Espanha.
Estudo científico
O levantamento global reuniu 19 estudos para testar a eficácia da vacina e para
observar o efeito da vacinação contra o herpes-zóster, popularmente conhecido
como cobreiro, em ocorrências cardiovasculares.
Dentre esses estudos, nove
deles tiveram 53,3% dos participantes homens. Sete estudos relataram idades
médias que variaram de 53,6 a 74 anos.
Juntos, esses estudos
relataram a diminuição do risco absoluto de doenças do coração ou de circulação
nas pessoas que receberam a vacina contra herpes-zóster. A diferença de taxa
variou de 1,2 a 2,2 eventos a menos para 1 mil pessoas, por ano.
A recente declaração de
consenso clínico da Sociedade Europeia de Cardiologia sobre a vacinação como
uma nova forma de prevenção da doença cardiovascular afirma que as vacinas
devem ser consideradas como o quarto pilar da prevenção médica da doença cardiovascular,
juntamente com os anti-hipertensivos, os medicamentos para baixar o colesterol
e os medicamentos que tratam o diabetes.
Agência Brasil

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