A libertação marcou o fim da
primeira fase do acordo entre as partes, enquanto uma nova etapa segue em
negociação. A soltura dos reféns chegou a ser ameaçada após declarações do
ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerindo que os EUA deveriam
assumir o controle da Faixa de Gaza após a guerra.
Foram libertados Ohad Ben Ami
e Eli Sharabi, capturados pelo Hamas durante o ataque a Israel em 7 de outubro
de 2023, além de Or Levy, sequestrado no mesmo dia durante uma festa rave no
sul do país.
Desta vez, o Hamas montou um
palco para exibir os reféns antes da entrega à Cruz Vermelha, responsável pela
intermediação da troca. Os três israelenses aparentavam estar mais magros,
vestiam um conjunto de moletom marrom e seguravam certificados. O primeiro-ministro
de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou a forma como a devolução foi conduzida
e afirmou: “Não vou ignorar o que foi visto hoje”.
Em contrapartida, Israel
libertará 183 prisioneiros palestinos, incluindo 18 condenados à prisão
perpétua e 111 detidos em Gaza durante a guerra. Na manhã deste sábado, a
soltura dos presos foi iniciada, e um ônibus com os primeiros libertados chegou
a Ramallah, na Cisjordânia, onde foi recebido por uma multidão com bandeiras da
Palestina.
Segundo Netanyahu, os reféns
israelenses já estão em solo do país.
Tribuna do Norte

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