Segundo o estudo feito pela
Coordenação de Pesquisas e Desenvolvimento da entidade e obtido com
exclusividade pelo Broadcast, os portos brasileiros consolidaram sua
posição como motores do comércio exterior no ano passado, sendo responsáveis
por 97,2% do volume total de exportações e importações. Em valor FOB (Free On
Board), a representatividade foi de 82,1%.
“Para sustentar esse
protagonismo, investimentos contínuos em infraestrutura e eficiência serão
cruciais, garantindo que o Brasil mantenha sua competitividade e explore novas
oportunidades no mercado internacional”, ressalta o presidente da ATP, Murillo Barbosa.
De acordo com a ATP, a balança
comercial brasileira foi pressionada no ano passado pelo aumento das
importações e pela queda no valor médio de commodities-chave, como soja
(-16,5%), combustíveis minerais (-4,07%) e minérios (-3,06%). Por outro lado,
alguns produtos brasileiros ganharam destaque no cenário internacional.
“O café, por exemplo,
registrou um crescimento impressionante de 52,7% em valor FOB, impulsionado por
uma alta tanto na quantidade exportada quanto nos preços médios. A celulose
também apresentou resultados positivos, com um aumento de 34,8% no mesmo indicador,
consolidando-se como um dos principais itens da pauta exportadora do País”,
informa a ATP.
A associação reúne 35 empresas
de grande porte e congrega 69 Terminais privados no Brasil. Juntas, as
associadas movimentam 60% da carga portuária brasileira e respondem pela
geração de 47 mil empregos diretos e indiretos.
Estadão Conteúdo

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