A Organização Mundial da Saúde alertou, nesta quarta-feira (29), que um “tsunami de casos de Covid" está sobrecarregando os hospitais no mundo todo. E avisou que o Brasil não está imune.
“A delta e a ômicron são agora
ameaças gêmeas, que estão provocando recordes de infecções e levando a picos de
hospitalizações e mortes”, diz Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS.
O chefe da OMS se disse muito
preocupado com o que chamou de “tsunami de casos” e com uma pressão imensa
sobre profissionais da linha de frente exaustos e sistemas de saúde à beira do
colapso.
O diretor-geral da OMS, Tedros
Adhanom, repetiu o
apelo por uma distribuição justa de doses no mundo todo. Algo,
segundo ele, fundamental para que a fase aguda da pandemia termine em 2022.
Caso contrário, frisou, as variantes podem se tornar totalmente
resistentes às atuais vacinas.
Diante da pergunta da repórter
Bianca Rothier sobre o Brasil, o diretor de Emergências, Mike Ryan, destacou
que ondas de transmissão são prováveis em todo o mundo e que o país não deve
ser exceção.
Ele afirmou ainda que, mesmo se a ômicron for um pouco menos severa do que as variantes anteriores, um grande número de casos - como o Brasil já viu - pode sobrecarregar o sistema de saúde. E concluiu: “Se a onda não vier, melhor, mas estejam preparados”.
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