O presidente Michel Temer e o
ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, lançaram nesta terça-feira (21) em um
evento no Palácio do Planalto um pacote de serviços digitais do governo com
serviços sobre emprego. Entre as ferramentas que serão oferecidas no programa
"Emprega Brasil" estão:
Sine fácil: Um aplicativo
para celular em que estarão disponíveis vagas de emprego. Já estava disponível
para sistema Android, agora foi lançado para o iOS.
Carteira de trabalho
digital: Em um aplicativo, estará disponível uma versão digital da carteira
de trabalho. O cidadão poderá consultar o história profissional e o contrato
atual.
Seguro-Desemprego Web: O
trabalhador poderá solicitar o benefício pela internet, no site do
programa "Emprega Brasil".
Escola do trabalhador: Uma
plataforma que já contém 12 cursos profissionalizantes gratuitos. Até o fim do
ano, serão lançados mais 38.
"Acredito que esta
cerimônia acontece em uma hora muito boa. Estamos reunidos aqui para tratar da
maior prioridade do nosso governo, é a criação de empregos. É o que temos feito
desde o início, em diversas frentes do nosso governo", afirmou Temer em
seu discurso.
Ronaldo Nogueira classificou a
iniciativa como “audaciosa e revolucionária”. Segundo ele, o projeto deve
beneficiar mais de 6 milhões de trabalhadores.
Economia e reforma da
Previdência
Temer aproveitou a cerimônia
para também exaltar os índices econômicos. Segundo ele, o governo trabalhou
durante oito meses "para sair de um terrível recessão" e
"começar a produzir dados positivos".
O presidente ressaltou a queda
dos juros, da inflação e do desemprego.
"A gente tem feito um
trabalho excelente, com nosso ministério todo. Nós temos feito um trabalho
muito harmônico, conjugado. Não há divergências no nosso ministério e isso tem
permitido dados positivos", afirmou.
O presidente também disse que
a reforma da Previdência, que o governo pretende aprovar no Congresso, não deve
ser "ampla".
Nas últimas semanas, diante da
advertência de aliados de que o texto aprovado pela comissão especial da
reforma da Previdência não seria aprovado, o governo federal começou a
articular, em conjunto com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma
versão mais enxuta da proposta que altera as regras previdenciárias.
"Quando os senhores
verificarem na televisão, uma certa publicidade, não se trata disso, trata-se
de esclarecimento. As manifestações equivocadas quanto à reforma têm sido muito
amplas. O que temos feito é dizer: olha, vamos fazer uma reforma que vai trazer
vantagens para a Previdência Social, mas ela não é muito ampla. Temos o limite
de idade e vamos equiparar o sistema público e privado", afirmou o presidente.
G1.Com
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