Em uma vala cavada a céu aberto, ao lado do Lixão, estão sendo depositados dejetos do abatedouro público municipal, tais como: ossadas, sangue – de dois em dois dias -, Sal e outros restos dos animais abatidos na instância daquele equipamento público.
Nossa reportagem esteve no
local, ouviu várias pessoas que preferiram não se identificarem, quando podemos
constatar um verdadeiro cemitério de ossada animal.
Também foi possível averiguar
a insatisfação dos moradores dos bairros e comunidades situadas ao redor do
Lixão, em função do acúmulo de urubus, cachorros, outros animais e insetos, bem
como com a fedentina.
Ante a concluirmos a presente
matéria tivemos a preocupação em ouvirmos o secretário municipal de Serviços
Públicos, Samuel Fonseca, que reconheceu o problema, alegando se tratar de
situação natural e existente desde a implantação do Lixão e que não há prazo para
solucionar. Concluir dizendo que tudo ali é feito com aquiescência da Saúde
Pública Municipal.
Fica o alerta à municipalidade
e com a palavra à secretaria de Meio Ambiente e a Vigilância Sanitária do
Município.