Com um repertório autoral essencialmente romântico, a cantora Denice Maria abriu o show da 80ª Assembleia Cultural, a penúltima do ano. A artista, natural de Rafael Fernandes, disse minutos antes do show começar que estava ansiosa para subir ao palco e fazer o lançamento do seu primeiro álbum, o CD Baú, composto com 12 faixas essencialmente autorais.
“Estou feliz e grata pela
oportunidade”, disse. Além de um público que prestigia regularmente o projeto,
que se realiza sempre ao final de cada mês, um dos diferenciais do Assembleia
Cultural na divulgação da prata da casa, potencializando seu alcance junto ao
público, é a transmissão dos shows ao vivo e em reprises pela TV Assembleia,
contribuindo para que os artistas consigam divulgar o seu trabalho a cada vez
mais cidades do Estado .
Denice Maria é um exemplo típico da
linha de atuação do Assembleia cultural, que prestigia tanto os jovens
talentos, como ela, quanto nomes já consagrados inclusive em território
nacional, como Núbia Lafayete, que foi homenageada numa das edições mais
prestigiadas.
Ao término da apresentação, a artista
prestou uma homenagem ao Rei do Baião, animando a platéia que mais uma vez
lotou o Salão de Eventos da Casa. A cantora fez um pout pourri com os clássicos
de Gonzagão e disse que o momento era especial, por ser fã do artista
pernambucano, cujo centenário de nascimento está sendo comemorado em várias
partes do País e ganhará um show especial no próximo dia 13.
“Me sinto privilegiada por esse
momento, pois meu pai era fã de Gonzagão, que aprendi a gostar desde criança e
o lançamento do meu CD está acontecendo próximo a essas homenagens pelo seu
centenário”, disse Denice Maria, licenciada em Música pela UFRN, onde
cursa pós-graduação. Exemplo de determinação e persistência, desde a adolescência
ela batalha por sua carreira artística.
Instrumental
Os fãs do AL Cultural também
apreciaram um grande show instrumental: Kiko Chagas, que iniciou sua carreira
na década de 70, na Escola de Música da UFRN, já tocou em turnês internacionais
com Jimmy Cliff e Tim Maia, a quem fez um verdadeiro tributo no show e
chegou a dirigir a cantora Elza Soares por vários países. O artista também fez
agradecimento à Casa e ao presidente Ricardo Motta pela continuidade do
projeto.
O artista já trabalhou em musicais na
Herbert Richards, Delart, produziu CDs com participação de Hermeto Paschoal,
Xangai, Raimundo Sodré e Luiz Caldas. Kiko Chagas tem três Cds gravados e, como
diretor musical na Bahia, ganhou do Troféu Caymmi, também participou do
Montreux Jazz Festival na Suíça, representando o Rio Grande do Norte.
Outras informações:
Assessoria de Comunicação da ALRN
Telefone: 3232 - 5768
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