Esteve reunido hoje, 31 de janeiro, no Spaço Café, um grupo composto de empresários e políticos para almoço de trabalho, cujo objetivo foi discutir oportunidades de negócios e planejamento político.
Eventos dão à população a oportunidade de dirimir quaisquer dúvidas sobre ações que serão executadas no município
Fevereiro começa bem movimentado na administração pública de Ipanguaçú. Nos próximos dias 03 e 05, terça e quinta-feira respectivamente, ocorrerão duas Audiências Públicas na sede do município, todas realizadas na Câmara dos Vereadores.
A primeira reunião acontece nesta terça-feira, dia 3, em parceria com a Secretaria estadual de Assuntos Fundiários e Apoio a Reforma Agrária – SEARA, cujo tema é a realização do Cadastro Georreferenciado e Regularização Fundiária de toda a zona rural do município. Participam da audiência, além da população local, órgãos representativos dos governos municipal, estadual e federal, sindicatos, associações comunitárias, ONGs e outros.
“É um projeto muito importante de resgate da cidadania. Através do Cadastro Georreferenciado e da Regularização Fundiária que realizaremos, milhares de trabalhadores rurais da região que hoje se encontram em situação documental irregular vão passar a ser reconhecidos como donos legítimos de suas terras. Com isso passarão a ter acesso às políticas públicas, dentre outros benefícios”, explica Mônica.
Vale salientar que, além do benefício para os agricultores, durante a execução do projeto, a empresa Aerofoto Nordeste instalará escritório temporário na cidade, usando a mão-de-obra local, gerando emprego e impostos para a municipalidade.
Já a segunda audiência será na quinta-feira e tratará das obras emergenciais para limpeza e desassoreamento do Rio Pataxó, ação promovida pela Prefeitura Municipal em parceria com a SEMAR – Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos.
ALTERAÇÃO DE DATA
A reunião com a SEMAR aconteceria no dia 6 de fevereiro, mas foi antecipada para o dia 5 pela Secretaria Estadual.
Informações passadas pelo Chefe do Gabinete do prefeito, Thales Alves Prachedes.
O jornalista e escritor Djair Galvão Freire, seridoense radicado em São Paulo, estará em Assú, sábado dia 24, para lançamento de seu livro “O SACI DE DUAS PERNAS”.
O evento será no Spaço Café, com início às 18:00, à avenida Senador João Câmara, em frente a Receita Federal.
O livro aborda questões como inclusão, respeito às diferenças e toca de forma sutil em assuntos como "bullying" (algo como "intimidação", em inglês - o estudo sobre comportamentos agressivos de grupos "fortes" contra os mais "fracos" em sala de aula) e também acerca do relacionamento interpessoal. A idéia é estimular a criança a olhar para os colegas, para os amigos e para todos com quem ela convive a buscar virtudes nas pessoas. Além do saci, outros personagens do folclore participam da fábula para reforçar esse conceito.
PROPOSTA EDITORIAL
O livro O Saci de Duas Pernas usa figuras conhecidas dos mitos e lendas para refletir sobre a necessidade do respeito sem limites às diferenças. O personagem central da fábula nasce com "necessidades especiais" e sofre muito até ser aceito no mundo em que vive. A história é cheia de criaturas que são "normais" exatamente porque são "diferentes". Compreender isso é essencial para aceitarmos os que não são iguais a nós na forma, no conteúdo e no jeito de ser.
Desde quando saci tem duas pernas?
Livro infantil trabalha contradição para falar de diferenças e de inclusãoO universo das lendas e dos mitos revisitado a partir de uma contradição é o ponto de partida para a fábula O Saci de Duas Pernas (Eureca! 48 páginas). Escrito pelo jornalista e professor Djair Galvão Freire, o livro quer servir como ferramenta de apoio para educadores e pais na difícil tarefa de reforçar conceitos como inclusão e respeito às diferenças na sociedade.Na história, o saci Cássio nasce com duas pernas e passa a enfrentar toda sorte de problemas.
O que seria uma vantagem em relação aos demais torna-se uma dificuldade justamente porque ele é o único com essa característica no mundo onde todos têm apenas uma perna.Alvo de piadas e de problemas que praticamente inviabilizam a vida na floresta onde nasceu, Cássio tem sua vida levada a um júri popular onde ninguém menos que o Curupira, a Mula-Sem-Cabeça, a Caipora, a Cuca e o Lobisomem dão as cartas – justamente essas criaturas míticas cujas características não são nada "comuns".
Explorando a contradição e a busca das qualidades inerentes a todos os seres, a obra pretende servir para ampliar o debate sobre temas como inclusão e diferenças na sala de aula. "Pensei em algo que pudesse mexer com a imaginação infantil e, ao mesmo tempo, auxiliasse os educadores na introdução de temas complexos e de difícil compreensão para determinadas faixas etárias", explica o autor – que lecionou durante anos no ensino público municipal e estadual paulista e atualmente é assessor parlamentar na Câmara Municipal de São Paulo.
Com ricas ilustrações de Altemar Domingos, O Saci de Duas Pernas fala com simplicidade sobre respeito, amizade e pontos de vista contraditórios – assuntos tão em voga, mas pouco praticados por causa de uma cultura familiar e até mesmo escolar que valoriza sobremaneira a disputa. "É nessa fase que a criança precisa aprender o valor da amizade para superar dificuldades. Ao fazer amigos ela tende a olhar mais o lado positivo das pessoas e menos o que é ditado como 'defeito' – em geral aquele que estaria sempre nos outros", reforça Djair Galvão.
Djair Galvão
Jornalista potiguar nascido no dia 13 de novembro de 1964 e radicado na capital paulista desde o ínicio da década de 1990. Começou atuando em rádios e jornais do interior do Rio Grande do Norte e de Natal. Antes da mudança para São Paulo atuou na Rádio Rural de Caicó, na Rádio Tropical e no jornal Dois Pontos (atual diário natalense Jornal de Hoje).Em São Paulo foi colaborador da Agen (Agência Ecumênica de Notícias), do Movimento Nacional dos Direitos Humanos e do Grupo Tortura Nunca Mais. Por dois anos foi assessor de imprensa da Associação dos Servidores do Hospital das Clínicas (ASHC). Criou e dirigiu a área editorial do Jornal Página 1 (jornal de bairro da zona leste de São Paulo), entre 1997 e 2005.
Como professor de História (atualmente licenciado) das redes estadual e municipal de ensino ajudou a implantar uma das diversas rádios escolares do projeto Educom.Rádio, da Prefeitura de São Paulo, em 2002. No período de julho de 2004 e julho de 2005 exerceu o cargo de Coordenador de Projetos Educacionais do Centro Educacional Unificado (CEU) Vila Curuçá – também em São Paulo.Desde 2006 atua em assessoria parlamentar na Câmara Municipal de São Paulo.
Contatos: (11) 8440-6001 djairgalvao@gmail.com
Politicagem. Palavra pejorativa que indica o uso mesquinho da política, com fins de benefícios pessoais em detrimento da coletividade. Todos nós, brasileiros, conhecemos bem do que se trata, já que dela somos vítimas habituais. Graças ao bom Deus existem as exceções. Embora raras, é bem verdade.
No Assu, em muitos casos, se pratica a politicagem. Não só na política partidária, mas também na conjuntura social, quando pessoas despreparadas e desprovidas de sentimentos nobres buscam ascensão profissional, ou até mesmo na vida social, usando outras que, muitas vezes, as chamam de amigas enquanto são secretamente denominadas pelos interesseiros como “trampolins”. Criam-se assim intrigas e seqüelas, algumas irreparáveis.
Precisamos praticar a política verdadeira, honesta, construtiva, onde o saldo seja o sucesso daqueles que realmente fazem por merecê-lo.
Os gestores precisam estar sempre atentos para detectar a utilização desse modelo de expediente. Atentos àqueles que visam apenas poder ou status. Àqueles que acreditam que, resolvendo seus problemas, o mundo pode até pegar fogo.
Precisam-se ter, além de cautela, bons olhos e bons ouvidos, capazes de separar o joio do trigo, de distinguir fatos de boatos.