De acordo com a Fundação
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Fuern), responsável pela
publicação da portaria sobre a suspensão, a decisão foi motivada por denúncias
apontando que o sistema do Instituto de Desenvolvimento Educacional Cultural e
Assistencial (Idecan), empresa responsável pelo certame, revelou a identidade
dos candidatos perante as bancas examinadoras. Assim, o instituto violou os
“princípios da legalidade e da impessoalidade”.
“Diante da necessidade de
garantir o contraditório e a ampla defesa, antes de adotar novos procedimentos
com vistas à conclusão do concurso, será instalado um procedimento de apuração
das denúncias”, diz a Fuern por meio da publicação.
A Fuern finalizou reafirmando
o compromisso da insituição com a lisura do processo. “Os passos seguintes
serão determinados após a apuração dos fatos e, consequentemente, serão
adotadas as medidas cabíveis”.
Até o momento, o Idecan não
publicou nota oficial no site da instituição sobre a suspensão. A TRIBUNA DO
NORTE questionou a instituição sobre o ocorrido e aguarda retorno.
Tribuna do Norte

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