quarta-feira, 31 de março de 2021

Covid19: RN ultrapassa 195 mil casos confirmados e tem 4.474 mortes por Covid-19


O Rio Grande do Norte superou a marca de 195 mil casos confirmados de Covid-19 nesta terça-feira (30) - são 195.285, de acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). A doença vitimou 4.474 pessoas no estado. Outros 962 óbitos estão sob investigação.

No comparativo com o boletim de segunda-feira (30), são 47 mortes a mais, sendo 15 ocorridas nas últimas 24 horas - em Natal (7), Mossoró (1), Parnamirim (3), Santa Cruz (1), São Gonçalo do Amarante (1), Serra do Mel (1) e Serrinha (1).

Covid-19: veja a ocupação dos leitos de UTI em Natal

O número de pessoas internadas por causa da Covid-19 no RN caiu de 1.045 para 1.032, sendo 645 na rede pública e 387 na privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 87,6% na rede pública e continua em 100% na rede privada. Só nos leitos críticos, os internados são 610.

O estado tem ainda 71.110 casos suspeitos da doença e outros 411.020 descartados. O número de confirmados recuperados segue em 142.776, e o de inconclusivos, tratados como "Síndrome Gripal não especificada", está em 112.948.

O boletim aponta também que 441.951 testes de Covid-19 foram realizados no estado até o momento, sendo 237.296 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 204.655 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

195.285 casos confirmados

4.474 mortes

71.110 casos suspeitos

411.020 casos descartados

142.776 confirmados recuperados

Coronavirus: Com 3.668 mortes por Covid em 24 horas, Brasil volta a bater pior marca da pandemia


O Brasil bateu um novo recorde com 3.668 mortes por Covid registradas nas últimas 24 horas e totalizou nesta terça-feira (30) 317.936 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 2.728, nova pior marca no índice pelo 5º dia consecutivo. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +34%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h de terça.

A um dia do fim do mês, março já tem quase o dobro de mortes por Covid registradas em julho de 2020, que era o pior mês da pandemia --até ser superado pelo mês atual. De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa, julho teve 32.912 óbitos pela doença. Até aqui, foram registradas. Dezessete estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortesES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AP, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Brasil, 30 de março

Total de mortes: 317.936

Registro de mortes em 24 horas: 3.668

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 2.728 (variação em 14 dias: +34%)

Total de casos confirmados: 12.664.058

Registro de casos confirmados em 24 horas: 86.704

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 75.340 por dia (variação em 14 dias: +7%)

terça-feira, 30 de março de 2021

Oxigênio começam a ser distribuídos para 50 municípios do RN; veja lista


Os 160 cilindros de oxigênio medicinal enviados pelo Ministério da Saúde para auxiliar no abastecimento das unidades de saúde do Rio Grande do Norte começaram a ser distribuídos para os municípios neste domingo (28). (Veja lista de municípios no fim).

A carga com o insumo desembarcou no estado no sábado (27). A governadora Fátima Bezerra (PT) solicitou em caráter emergencial a entrega de 450 cilindros ao Ministério da Saúde para lutar contra o desabastecimento após o aumento de internações por Covid-19 e a pressão nos leitos de críticos.

Os cilindros estão sendo distribuídos para os hospitais polos espalhados nas oito regionais de saúde e em seguida serão retirados pelos 50 municípios potiguares que se encontram com dificuldade de abastecimento.

A necessidade de apoio adicional com o insumo foi apontada em levantamento feito pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Consems/RN) em função do aumento do número de internações pela Covid-19.

Quando os cilindros secarem, os municípios levarão para serem reabastecidos nos hospitais polos, conforme contrato realizado com a White Martins. “O reabastecimento desses cilindros ficará por conta do governo do Estado através de um aditivo contratual que foi firmado para que a gente pudesse dar esse suporte aos municípios", informou Maura Sobreira, secretária adjunta da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap).

Os cilindros são destinados aos municípios, porque, segundo o governo do RN, as unidades de saúde da rede estadual seguem com o abastecimento normal, conforme planejamento realizado desde o início da pandemia. Recentemente, houve um acréscimo de 25% no volume do produto fornecido pela empresa White Martins após o Poder Executivo acionar a Justiça.

O governo do RN oficializou ao Ministério da Saúde também a necessidade do envio de novos cilindros para atender as necessidades dos municípios. “Também solicitamos mais 300 concentradores e a instalação de mais 10 usinas de produção de oxigênio no Rio Grande do Norte”, disse a governadora Fátima Bezerra.

Com a chegada de mais cilindros, segundo o governo do RN, os municípios que enviaram a solicitação posteriormente serão incluídos na rota para receber o insumo.

Na sexta-feira (28), o Ministério Público Federal pediu ao Ministério da Saúde providências urgentes contra o desabastecimento de insumos como oxigênio medicinal e remédios do kit intubação no Rio Grande do Norte, Piauí, Pará e no município de Montes Claros (MG).

Concentradores

O RN já havia recebido 70 concentradores de oxigênio enviados pelo Projeto Gratidão de Manaus (AM), em um gesto de agradecimento aos pacientes recebidos por outros estados, entre eles o RN, quando a rede de saúde do Amazonas entrou colapso, no início do ano. Os concentradores são versões menores que os cilindros de oxigênio comprimido recebidos hoje e podem ser transportados pelo paciente durante o tratamento.

Municípios contemplados neste momento:

Polo de abastecimento: Hospital Regional Alfredo Mesquita (Macaíba)

Parnamirim

Macaíba

Extremoz

Polo de abastecimento Hospital Monsenhor Antônio Barros (São José de Mipibu)

Goianinha

Lagoa D'anta

Santo Antônio

Baía Formosa

São José de Mipibu

Lagoa de Pedras

Polo de abastecimento Hospital Rafael Fernandes (Mossoró)

Grossos

Felipe Guerra

Areia Branca

Polo de abastecimento Hospital Josefa Alves Godeiro (João Câmara)

Macau

Pedra Preta

Poço Branco

Pureza

Riachuelo

Touros

Caiçara do Rio dos Ventos

Ceará-Mirim

Galinhos

Guamaré

Polo de abastecimento Hospital Telecila Freitas Fontes (Caicó)

Bodó

Caicó

Cerro Corá

Cruzeta

Currais Novos

Florânia

Ipueira

Jardim do Seridó

Lagoa Nova

Parelhas

São João do Sabugi

São José do Seridó

São Vicente

Serra Negra do Norte

Tenente Laurentino Cruz

Polo de abastecimento Hospital Regional Monsenhor Expedito (São Paulo do Potengi)

Ruy Barbosa

Santa Cruz

São José do Campestre

Polo de abastecimento Hospital Regional Aguinaldo Pereira (Caraúbas)

Almino Afonso

Encanto

Taboleiro Grande

Venha Ver

Polo de abastecimento Hospital Regional Nelson Inácio dos Santos (Assú)

Assú

Alto dos Rodrigues

Fernando Pedroza

Ipanguaçu

Pendências

São Rafael

Futebol: Governo libera treinos e cancelamento do Campeonato Potiguar deve ser revisto por FNF e clubes


O governo do Rio Grande do Norte emitiu nota técnica nesta segunda-feira em que autoriza a retomada de treinos de todos os clubes que disputam o Campeonato Potiguar 2021. Cinco dias atrás, ABC e América-RN já haviam sido liberados para atividades por estarem representando o estado em competições regionais e nacionais, o que causou indignação das outras equipes. Os jogos seguem proibidos, pelo menos, até sexta-feira.

Assu, Força e Luz, Globo FC, Palmeira, Potiguar e Santa Cruz de Natal, que estavam sem permissão para treinar, agora foram liberados.

+ CONFIRA A TABELA DO CAMPEONATO POTIGUAR 2021

No dia 25, a Federação Norte-rio-grandense de Futebol e os clubes chegaram a anunciar o cancelamento "definitivo" do campeonato devido ao "insucesso das inúmeras tentativas de sensibilização das autoridades públicas para a necessidade manutenção da competição". Esta decisão pode ser revista nos próximos dias.

O promotor de justiça Luiz Eduardo Marinho, que atua na implementação do Estatuto do Torcedor no Rio Grande do Norte, teve o papel de intermediar um possível acordo entre a FNF e o governo do estado para a retomada da competição, que, inicialmente, foi suspensa por conta do decreto que estabeleceu medidas mais rígidas de isolamento social em todo o RN no período de 20 de março a 2 de abril. Nesta segunda-feira, o promotor concedeu entrevista ao Bom Dia RN e afirmou acreditar em um consenso (veja abaixo), com a reversão do cancelamento e implantação de novas medidas sanitárias.

Vacina: Fiocruz e Butantan preveem entregar 27 milhões de doses em abril, mesmo sem receber novos lotes de insumos importados


A campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 deve receber em abril ao menos 27 milhões de doses da CoronaVac e da vacina de Oxford, de acordo com dados dos institutos responsáveis pela fabricação. A previsão considera apenas o que pode ser entregue com matéria-prima que já foi importada, ou seja, a entrega dessas doses não depende da chegada de novos lotes do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).

Veja abaixo um panorama com informações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto Butantan:

Status da produção na Fiocruz

Contrato com ministério: 104,4 milhões de doses no 1º semestre e 110 milhões no 2º semestre

Doses entregues: 5,8 milhões (1,8 milhão de doses envasadas no Brasil e mais 4 milhões importadas prontas)

O que ainda é possível entregar com o IFA já recebido: 25,2 milhões de doses

Entrega prevista para abril: Fiocruz diz que entregará 18,8 milhões de doses envasadas no Brasil

Insumo (IFA) recebido: Cerca de mil litros, suficientes para 27 milhões de doses

Status da produção no Butantan

Contrato com ministério: 46 milhões até 30 de abril e 54 milhões até agosto

Doses entregues: 32,8 milhões (26,8 milhões envasadas no Brasil e 6 milhões importadas prontas)

O que ainda é possível entregar com o IFA já recebido: 8,2 milhões

Entrega prevista para abril: Butantan diz que entregará 13,2 milhões de doses, e aguarda novo lote de IFA

Insumo (IFA) recebido: 19,2 mil litros, suficientes para produzir 35 milhões de doses

Carla Arruda: nova ministra de Articulação Politica


A deputada federal Flávia Arruda (PL-DF), que vai assumir a Secretaria de Governo da Presidência da República, credita a escolha para o cargo por seu trabalho à frente da presidência da Comissão do Orçamento, diz que tem perfil moderado e interlocução com todos na Casa.

“Meu perfil é do diálogo, tenho interlocução com todos. Vamos diminuir as tensões”, disse a deputada.

Flávia afirmou que ainda vai tomar pé da situação do ministério.

A escolha da ministra atende ao centrão, já que ela é um nome do PL, comandado por Valdemar da Costa Neto, e tem o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira.

segunda-feira, 29 de março de 2021

Lucianny Guerra volta cobrar da Gestão valorização aos profissionais de Saúde


A vereadora Lucianny Guerra, do Republicanos/Assú, voltou a cobrar da Gestão Pública municipal de Assú, a valorização e reconhecimento dos profissionais da Saúde Pública do Município.

O fato aconteceu durante sua participação no programa Discussão Aberta, da 89FM/Assu, apresentado por Adailton Amorim, neste sábado (27).

De acordo com Lucianny Guerra, a Gestão vem deixando de cumprir com os direitos básicos dos trabalhadores da Saúde, como por exemplo os 40% (quarente por cento) de insalubridade, atualização do Plano de Cargos, Carreiras Salários – atualização, reajuste anual, regularização do Plano – que são direitos dos que atuam na chama Linha de Frente e de todos os trabalhadores da Saúde.

Vale salientar que esses profissionais, “linha de frente”, estão trabalhando, em alguns casos, além da carga horária normal e sem receber nenhum incentivo complementar aos seus vencimentos normais, nem mesmo horas extras como manda a legislação trabalhistas.

A título de sugestão, a vereadora propôs a criação de gratificação, como forma de motivar esses profissionais tão valiosos, especialmente durante a pandemia.

Ainda segundo Lucianny Guerra, falta apoio direto ao secretário de Saúde e seus auxiliares por parte do gestor maior, o prefeito municipal. “Não se pode largar tudo nas mãos do secretário, abandonar o Município e fingir que está tudo bem, quando se sabe que na prática não tem autonomia para tomar todas as decisões cabíveis e necessárias”, completou a vereadora.

Nossa reportagem ouviu alguns servidores e pessoas ligadas aos mesmos que confirmaram tudo o que está na matéria, citando inclusive que algumas dessas pessoas saem para trabalhar no extremo de seus limites, chegam até mesmo às lagrimas e ao retornam exaustas e estressadas, sem ânimo até mesmo as refeições.  É cruel.

Ernesto Araújo pede demissão do Ministério das Relações Exteriores


O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, pediu demissão do cargo nesta segunda-feira (29).

A informação ainda não foi confirmada pelo governo oficialmente. A TV Globo apurou que Ernesto avisou da decisão de deixar o ministério a seus assessores próximos e apresentou o pedido para o presidente Jair Bolsonaro. O pedido ocorre após pressão de parlamentares, inclusive dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

A situação política de Ernesto vinha se deteriorando nos últimos dias. No Congresso, a avaliação é a de que a atuação do ministro isolou o Brasil no cenário internacional e prejudicou a obtenção de doses de vacina contra a Covid-19.

Ernesto adotou em sua gestão os mesmos princípios da política externa do ex-presidente norte-americano Donald Trump. Essa postura gerou atritos com importantes parceiros comerciais, como a China, principal destino das exportações brasileiras, além de maior produtor de insumos para vacinas no mundo.

O agora ex-ministro fazia parte da ala ideológica do governo, conhecida por priorizar em sua atuação a defesa das ideias mais típicas do bolsonarismo.

Canal de Suez: navio desencalha e volta a navegar após 6 dias


O meganavio que encalhou e bloqueou o Canal de Suez há quase uma semana voltou a navegar por volta das 10h30 desta segunda-feira (29) na principal ligação marítima entre a Ásia e a Europa, por onde passam cerca de 12% de todo o comércio global.

Mais cedo, a Autoridade do Canal de Suez (SCA, na sigla em inglês) havia informado que o Ever Given tinha sido "reflutuado com sucesso" e que "com toda a certeza, o trabalho estará concluído muito em breve".

A administradora do canal afirmou também que "a navegação será retomada imediatamente após a restauração completa da direção da embarcação" e que o Ever Given será encaminhado à área de espera de Bitter Lakes "para inspeção técnica".

 

quinta-feira, 25 de março de 2021

Vereadora Lucianny Guerra cobra agilidade no processo vacinal de Assú




Em sua participação no programa Café com Notícias, da 89FM, através de áudio, a vereadora do Republicanos/Assú, Lucianny Guerra, cobrou mais agilidade no processo vacinal do município de Assú.

Segundo a vereadora e como mostra o RN+Vacina, ou Vacinômetro, o Município de Assú havia recebido até a última terça-feira (23/03), 4.113 doses, das quais tinha aplicado 3.085.

Já na quarta-feira, dia 24, o Município voltou a receber mais 1.790 novas doses e aplicou, nas últimas 24 horas, apenas 264 doses.

De acordo com Lucianny, que faz uma alerta à Gestão municipal, se faz necessário criar uma estratégia rápida e eficiente para avançar, o mais rapidamente possível, com a vacinação.

A vereadora também aponta alguns gargalos que precisam ser vencidos, como por exemplo a colaboração da Gestão no tocante ao cadastramento, especialmente na Zona Rural, bem como o uso de um “veículo volante” para a vacinação dos acamados, dentre outros.

Ainda, conforme Lucianny Guerra, há relatos de aglomerações de usuários no Posto Central, onde são distribuídas fichas, em fila única, bem como de que o horário para aplicação das vacinas se limita das 08:00 às 11:00 horas da manhã e apena nos dias úteis.

Abertura de novas empresas no RN registra crescimento de 36% no 1º bimestre


Diante do cenário de incertezas econômicas que o país atravessa por causa da pandemia, o Rio Grande do Norte registrou a abertura de 4.819 novas empresas na categoria de Microempreendedor Individual (MEI) nos dois primeiros meses deste ano. O crescimento é de 36,2% no comparativo com o mesmo período em 2020. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Sebrae-RN, com base em informações da Receita Federal.

Em 2020, foram 3.536 empresas registradas durante os meses de janeiro e fevereiro. Portanto, o acréscimo foi de 1.283 negócios no primeiro bimestre de 2021.

"O crescimento do número de formalizações prossegue como uma tônica da dinâmica do mercado frente à taxa de desemprego e as novas oportunidades que toda crise também oferece", conta o gerente do escritório metropolitano do Sebrae-RN, Thales Medeiros.

No total, o estado alcançou a marca de 146.265 microempresas inscritas nessa categoria.

O gerente do Sebrae destaca que houve um aumento na procura por orientação nas áreas de planejamento e mercado. Em outro estágio, muitas pessoas buscam a formalização para ter acesso a crédito. "Isso demanda orientações específicas, já que o tempo de atuação de uma empresa no mercado é um dos itens de avaliação de acesso ao crédito bancário", explica.

Mais sobre o MEI

A opção de abrir uma empresa na categoria de MEI tem muito a ver com as facilidades e benefícios que essa figura jurídica proporciona para quem começa a empreender. A principal delas é que a carga tributária é menor em comparação com as demais categorias do Simples Nacional, as microempresas, cujo faturamento anual bruto vai até R$ 360 mil, e empresas de pequeno porte, cujo limite de faturamento anual gira na faixa entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

MEI paga apenas um valor fixo mensal, que varia entre R$ 55,39 (comércio e indústria) e R$ 59,39 (prestação de serviços) e ainda o empreendedor recebe seguridade social e benefícios, como aposentadoria, auxílio maternidade e auxílio doença.

O registro garante um número no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e, com isso, a possibilidade de emitir nota fiscal, participar de licitações públicas e contratar até um empregado com carteira assinada. O programa, entretanto, exige obrigações e uma delas é a entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI), que na verdade é uma espécie de comprovação para a Receita Federal de quanto o negócio faturou no ano anterior e se não extrapolou o teto definido para essa categoria.

O prazo para entrega dessa declaração vai até o último dia útil de maio. Para declarar, basta entrar no Portal do Empreendedor. Para fazer a declaração, basta clicar em "Já sou MEI” e selecionar a opção “Declaração Anual de Faturamento” e acessar por meio do CNPJ. Vale salientar que mesmo quem está inadimplente com o pagamento do boleto mensal precisa fazer a declaração.

RN registra 188.428 casos confirmados e 4.249 mortes por Covid-19


O Rio Grande do Norte tem 188.428 casos de Covid-19 desde o início da pandemia. Foram registradas 4.249 mortes provocadas pela doença no estado, de acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) desta quarta-feira (24). Outros 918 óbitos estão sob investigação.

No comparativo com o boletim de terça-feira (23), são 40 mortes a mais, sendo 11 ocorridas nas últimas 24 horas em Natal (4), Mossoró (2), Serra negra do Norte (1), Santa Maria (1), São Paulo do Potengi (1), Janduís (1) e Santa Cruz (1).

Atualmente, 1.095 pessoas estão internadas por causa da Covid-19 no RN, sendo 673 na rede pública e 422 na privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 90,6% na rede pública e continua em 100% na rede privada. Só nos leitos críticos, os internados são 603.

Covid-19: veja a ocupação dos leitos de UTI em Natal

O estado tem ainda 67.408 casos suspeitos da doença e outros 400.357 descartados. O número de confirmados recuperados segue em 138.506, e o de inconclusivos, tratados como "Síndrome Gripal não especificada", está em 112.950.

A Sesap informa que 430.317 testes de Covid-19 foram realizados no estado até o momento, sendo 229.952 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 200.365 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

188.428 casos confirmados

4.249 mortes

67.408 casos suspeitos

400.357 casos descartados

138.506 confirmados recuperados

Vacina: Anvisa recebe pedido de uso emergencial para vacina da Janssenaxina


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu nesta quarta-feira (24) o pedido de uso emergencial da vacina contra a Covid-19 da farmacêutica Janssen, empresa do grupo Johnson & Johnson.

A agência informou que iniciou a triagem dos documentos enviados pela companhia, processo que ocorrerá durante as próximas 24 horas. Caso esteja faltando algum dado importante, a agência poderá pedir informações diretamente ao laboratório.

"A meta da Agência é fazer a análise do uso emergencial em até sete dias úteis, descontando eventual tempo que o processo possa ficar pendente de informações, a serem apresentadas pelo laboratório", informou a Anvisa em nota divulgada nesta quarta-feira.

 

Covid19: Brasil registra 90.504 novos casos da doença nas útimas 24 horas, no dia em que superou marca de 300 mil mortos


No dia em que bateu a triste marca de 300 mil mortes por Covid-19, o Brasil volta a registrar um número que chama atenção para o ritmo acelerado no contágio pela doença. Foram 90.504 novos casos confirmados nesta quarta-feira (24) o segundo maior registro em um dia até aqui --atrás apenas do anotado no dia 17/3, quando chegou a 90.830. Com isso, desde o começo da pandemia 12.227.179 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 75.250 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +8% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.

(Correção: O G1 errou ao informar que o país havia registrado recorde no número de novos casos de Covid. O registro desta quarta foi o segundo maior da série histórica. A correção foi feita às 20h15.)

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h de quarta.

O Brasil registrou 2.244 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando nesta quarta-feira (24) 301.087 óbitos desde o início da pandemia. A média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 2.279. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +34%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

quarta-feira, 24 de março de 2021

RN tem 186.841 casos confirmados e 4.209 mortes por Covid-19


O Rio Grande do Norte registrou 186.841 casos de Covid-19 desde o início da pandemia. A doença vitimou 4.209 pessoas no estado. Outros 901 óbitos estão sob investigação. Os dados estão no boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) desta terça-feira (23).

Em relação ao boletim de segunda-feira (22), são 41 mortes a mais, sendo 12 ocorridas nas últimas 24 horas em Natal (5), Parnamirim (2), Assú (1), Santa Maria (1), São José do Campestre (1), São Tomé (1) e Cabedelo-PB (1).

O número de internados por causa da Covid no estado subiu e chegou a 1.102.

São 661 pacientes na rede pública e 441 na privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 92,3% na rede pública e continua em 100% na rede privada. Só nos leitos críticos, os internados são 598.

Covid-19: veja a ocupação dos leitos de UTI em Natal

O RN tem ainda 65.157 casos suspeitos da doença e outros 397.629 descartados. O número de confirmados recuperados segue em 138.506, e o de inconclusivos, tratados como "Síndrome Gripal não especificada", está em 112.950.

O boletim da Sesap aponta ainda que 428.548 testes de Covid-19 foram realizados no estado até o momento, sendo 229.122 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 199.426 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

186.841 casos confirmados

4.209 mortes

65.157 casos suspeitos

397.629 casos descartados

138.506 confirmados recuperados

Bolsonaro recebe chefes de poderes, governadores e ministros


O presidente Jair Bolsonaro se reunirá na manhã desta quarta-feira (24) com chefes de poderes, ministros e governadores para discutir medidas de combate à pandemia.

O encontro ocorre um dia após o país ter atingido o recorde de mais de 3 mil mortes em 24 horas. É o pior momento no Brasil.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que vê com "grande preocupação" a situação do Brasil, o país é o segundo em maior número mortes, atrás somente dos Estados Unidos.

Em pronunciamento nesta terça (23), Bolsonaro disse que estão "garantidas" 500 milhões de doses de vacina até o fim deste ano. O presidente omitiu, no entanto, a informação de que o Ministério da Saúde reduziu em quase 10 milhões o total de doses previstas para abril.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, com base em dados fornecidos pelas secretarias estaduais de Saúde, 6,04% da população do país foi vacinada até as 20h21 desta terça-feira, o que representa 17,1 milhões de doses aplicadas.

Ainda segundo o consórcio, 12,7 milhões de pessoas receberam a primeira dose, e 4,3 milhões, a segunda dose até agora.

Conforme o Planalto, o encontro desta quarta tem como objetivo "fortalecer o ambiente de união nacional para prevenção e combate ao vírus da Covid-19, além de ser um espaço para discussão de ações institucionais conjuntas".

O encontro está marcado para as 8h no Palácio do Alvorada. Segundo a Presidência, são aguardadas na residência oficial da Presidência da República as seguintes autoridades:

Hamilton Mourão, vice-presidente da República;

Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF);

Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado;

Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados;

Augusto Aras, procurador-geral da República;

Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União.

Também devem participar da reunião os seguinte governadores:

Romeu Zema (Minas Gerais);

Ronaldo Caiado (Goiás);

Renan Filho (Alagoas);

Wilson Lima (Amazonas);

Ratinho Júnior (Paraná);

Marcos Rocha (Rondônia);

Também devem participar o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o ex-titular da pasta Eduardo Pazuello, além dos demais 21 ministros do governo.

Fiocruz pede restrição de 14 dias das atividades não essenciais em estados e cidades com UTIs lotadas por Covid


A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sugere que todos estados e cidades classificados em "alerta crítico" por causa da lotação de leitos de UTI para tratamentos de Covid-19 devem restringir todas as atividades não essenciais por 14 dias. Com exceção para Amazonas e Roraima, todos os estados do Brasil e o Distrito Federal estão na classificação de "alerta crítico".A recomendação foi divulgada nesta terça-feira (23) no "Boletim Extraordinário do Observatório Covid-19 Fiocruz".

Além de sugerir a restrição das atividades para buscar a "redução de cerca de 40% da transmissão", os especialistas pedem o uso obrigatório de máscaras por pelo menos 80% da população.

"Desde o início do mês de março, o país assiste a um quadro que denota o colapso do sistema de saúde no Brasil para o atendimento de pacientes que requerem cuidados complexos para a Covid-19. (...) Este colapso não foi produzido em março de 2021, mas ao longo de vários meses, refletindo os modos de organização para o enfrentamento da pandemia no país, nos estados e nos municípios" - Boletim da Fiocruz

Ocupação de UTIs

A Fiocruz aponta que as taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 no SUS, verificados na segunda-feira (22) "continuam indicando um quadro extremamente crítico".

" Na região Norte, a saída do Amazonas da zona crítica para a de alerta intermediário, agora com uma taxa de 79%. Em contraponto, alerta para a piora do quadro na região Sudeste: na última semana, em Minas Gerais, a taxa cresceu de 85% para 93%; no Espírito Santo, de 89% para 94%; no Rio de Janeiro, de 79% para 85%; e em São Paulo, de 89% para 92%. A região Sul e a Centro-Oeste mantiveram taxas superiores a 96%. Piauí (96%), Ceará (97%), Rio Grande do Norte (96%) e Pernambuco (97%) destacaram-se com as piores taxas na região Nordeste." - Boletim da Fiocruz

terça-feira, 23 de março de 2021

Secretaria de Saúde começa distribuição de novo lote de vacinas contra Covid-19 a municípios do RN


A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) começou a distribuição do novo carregamento de vacinas contra a Covid-19, recebido no fim de semana, na tarde desta segunda-feira (22). A ação começou por volta das 13h.

O estado recebeu 81,7 mil doses de imunizante - 16,5 mil da Oxford/AstraZeneca e 65,2 mil vacinas da CoronaVac - na tarde de sábado (20).

Nesta segunda (22), o secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, confirmou que o estado vai passar a distribuir o total de vacinas recebidas para aplicação da primeira dose, atendendo a nova orientação feita pelo Ministério da Saúde. Até então, metade das vacinas eram guardadas para aplicação da segunda dose.

"A gente espera que, com essa quantidade liberada agora, a gente consiga atingir a meta da população alvo específica e a gente consigo avançar para as faixas mais jovens. Depois dessa distribuição, ainda vão ficar 26,5 mil doses. A partir da próxima semana, vamos liberar cerca de cerca de 20 mil para segunda dose e vão ficar cerca de 5 mil para reserva técnica", afirmou Thiago Vieira, diretor técnico Unicat.

De acordo com a Sesap, as vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde deverão ter como foco a ampliação da imunização de todos os trabalhadores da saúde, quilombolas, indígenas e previsão de iniciar a vacinação da população de rua.

Também deverá ser mantida, pelos municípios, a vacinação de idosos, ampliando a faixa de idade para 74 e 73 anos, de acordo com o plano de operação organizado em cada cidade.

Embora o estado já tenha recebido mais de 400 mil doses, o sistema RN Mais Vacina só registrou 171.456 potiguares imunizados. Segundo o governo, o motivo do número reduzido é a demora dos municípios para registrar os dados no sistema.

Doses recebidas no RN

18 de janeiro – Coronavac: 82.440 doses

24 de janeiro – Oxford: 31.500 doses

24 de janeiro – Coronavac: 14.600 doses

07 de fevereiro – Coronavac: 46800 doses

24 de fevereiro – Oxford: 35.500 doses

25 de fevereiro – Coronavac: 19.400 doses

03 de março – Coronavac: 40.800 doses

10 de março – Coronavac: 43.200 doses

17 de março – Coronavac: 74.600 doses

20 de março – Oxford: 16.500 doses

20 de março – Coronavac – 65.200 doses

RN ultrapassa 185 mil casos confirmados e tem 4.168 mortes por Covid-19


O Rio Grande do Norte ultrapassou a marca de 185 mil casos de Covid-19 desde o início da pandemia - são 185.208, de acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) desta segunda-feira (22). A doença vitimou 4.168 pessoas no estado e outros 888 óbitos estão sob investigação.

Em relação ao boletim de sexta-feira (19), o último divulgado pela Sesap, são 84 mortes a mais.

O número de internados por causa da Covid no estado atingiu novo recorde: 1.072.

São 644 pacientes na rede pública e 428 na privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 91,3% na rede pública e segue em 100% na rede privada. Só nos leitos críticos, os internados são 592.

Covid-19: veja a ocupação dos leitos de UTI em Natal

O RN tem ainda 63.198 casos suspeitos da doença e outros 395.021 descartados. O número de confirmados recuperados continua em 138.506, e o de inconclusivos, tratados como "Síndrome Gripal não especificada", está em 112.950.

A Sesap não atualizou o número de testes de Covid-19 realizados no estados - foram 426.171 testes até o momento, sendo 227.608 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 198.563 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

185.208 casos confirmados

4.168 mortes

63.198 casos suspeitos

395.021 casos descartados

138.506 confirmados recuperados

Arroz: Por que continua caro mesmo com a queda na inflação mensal


Apesar de uma queda de 1,52% na inflação de fevereiro comparado a janeiro deste ano, o preço do arroz continua pesando no bolso do consumidor, já que o produto teve alta de quase 70% nos últimos 12 meses, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O IPCA é o índice que mede a inflação oficial no país.

Os motivos para o arroz ter ficado mais caro foram:

Com o início da pandemia em março, mais gente ficou em casa, o que aumentou o consumo do arroz pela população.

A alta do dólar fez o mercado de exportação se tornar mais atrativo aos produtores. Com isso a oferta no Brasil diminuiu, o que acabou elevando os preços.

Do outro lado, os custos nas lavouras foram subindo, puxados principalmente pelos fertilizantes.

Em fevereiro, já com uma menos gente procurando pelo produto, com mais importações e o arroz estando em plena safra, os valores começam a cair lentamente nas prateleiras dos supermercados.

Entenda por que a inflação dos alimentos disparou no país

Analistas entrevistados pelo G1 dizem que vai demorar para os consumidores voltarem a pagar o mesmo de antes a pandemia.

Veja em detalhes do que tem impactado o preço do arroz:

Por que o preço subiu?

Para entender o motivo do arroz ter disparado entre 2020 e 2021 é preciso olhar para o início da pandemia, segundo o professor da Esalq/USP e pesquisador do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, Lucilio Alves.

Ele explica que, quando as restrições de circulação tiveram início, em março, a população começou a consumir mais o arroz comparado a quando tinha que fazer as refeições na rua.

Além disso, muitos acabaram adquirindo os produtos em volume até maior do que o necessário, afirma o professor.

Brasil registra média de novos casos de Covid acima de 75 mil por dia pela primeira vez na pandemia e passa de 12 milhões


Não é só a alta nas mortes por Covid-19 no Brasil que tem causado preocupação, mas também o crescimento no contágio. Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 12.051.619 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 55.177 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 75.163 novos diagnósticos por dia. É a primeira vez na pandemia em que essa média fica acima da marca de 75 mil. Isso representa uma variação de +10% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta segunda-feira (22).

O país também registrou 1.570 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou 295.685 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 2.298, mais um recorde no índice. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +46%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Já são 61 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, e pelo décimo quinto dia a marca aparece acima de 1,5 mil. Foram 24 recordes seguidos nesse índice, registrados de 27 de fevereiro até aqui.

erça (16): 1.976 (recorde)

Quarta (17): 2.031 (recorde)

Quinta (18): 2.096 (recorde)

Sexta (19): 2.178 (recorde)

Sábado (20): 2.234 (recorde)

Domingo (21): 2.255 (recorde)

Segunda (22): 2.298 (recorde)

Vinte e um estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, ES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AP, PA, TO, AL, BA, PB, PE, PI, RN e SE.

Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados

Mortes e casos por cidade

Veja como está a vacinação no seu estado

Brasil, 22 de março

Total de mortes: 295.685

Registro de mortes em 24 horas: 1.570

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 2.298 (variação em 14 dias: +46%)

Total de casos confirmados: 12.051.619

Registro de casos confirmados em 24 horas: 55.177

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 75.163 por dia (variação em 14 dias: +10%)

Estados

Subindo (21 estados e o Distrito Federal): PR, RS, SC, ES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AP, PA, TO, AL, BA, PB, PE, PI, RN e SE

Em estabilidade (3 estados): RO, CE e MA

Em queda (2 estados): AM e RR

segunda-feira, 22 de março de 2021

Ministério da Saúde vai enviar 160 cilindros de oxigênio ao RN, diz governadora; Amazonas cede concentradores


A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), comunicou na noite deste sábado (20) que o Ministério da Saúde vai enviar 160 cilindros de oxigênio para o estado até a próxima quarta-feira (24) para auxiliar no abastecimento às unidades municipais de saúde.

Além disso, a gestora disse que o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), garantiu a disponibilização de concentradores de oxigênio para o Rio Grande do Norte e que eles serão enviados já neste domingo (21). Até a última atualização desta matéria a quantidade não havia sido informada.

"Diante de mais esse drama, que é a crise de abastecimento de oxigênio no país inteiro e que também já está afetando alguns municípios aqui do estado, nós temos buscado todos os meios para ajudar os municípios. Para dar suporte aos municípios, tenho mantido contato direto com o Ministério da Saúde", disse a governadora em uma rede social.

"Fiz contato na sexta-feira (19) com o governador do Amazonas, Wilson Lima, que foi solidário e garantiu que os concentradores de oxigênio chegam ao RN já neste domingo", reforçou. Ela disse ainda que o MS confirmou a chegada desses concentradores, "bem como de 160 cilindros que chegarão ao RN até esta quarta-feira".

sexta-feira, 19 de março de 2021

PF prende hacker suspeito de vazar dados de 223 milhões de brasileiros


A Polícia Federal (PF) prendeu em Uberlândia (MG), nesta sexta-feira (19), o suspeito do maior vazamento de dados do Brasil. De acordo com a investigação, o hacker, conhecido como Vandathegod, é responsável pela divulgação de informações de 223 milhões de brasileiros.

A operação, batizada de Deepwater, cumpre os mandados nos municípios de Petrolina (PE) e Uberlândia (MG). A suspeita é que autoridades públicas estejam entre os alvos dos criminosos.

Os investigadores identificaram que, em 2021, dados sigilosos de pessoas físicas e jurídicas foram disponibilizados em um fórum na internet. A página é especializada em troca de informações sobre atividades cibernéticas.

Nesse site, eram apresentadas informações de pessoas físicas e jurídicas, como CPF e CNPJ, nome completo e endereço.

Brasil registra novos recordes nas médias móveis de Covid: 2.096 mortes e 71.904 novos casos por dia


O Brasil registrou 2.659 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta quinta-feira (18) 287.795 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 2.096, novo recorde no índice. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +47%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

(Correção: O G1 errou ao informar que a média móvel de novos casos de Covid ficou em 71.739; o número correto é 71.904. O dado foi corrigido às 20h15 desta quinta.)

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quinta.

Já são 57 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, e pelo décimo primeiro dia a marca aparece acima de 1,5 mil. Foram 20 recordes seguidos nesse índice, registrados de 27 de fevereiro até aqui.

exta-feira (12): 1.761 (recorde)

Sábado (13): 1.824 (recorde)

Domingo (14): 1.832 (recorde)

Segunda (15): 1.855 (recorde)

Terça (16): 1.976 (recorde)

Quarta (17): 2.031 (recorde)

Quinta (18): 2.096 (recorde)

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.787.600 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 87.169 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 71.904 novos diagnósticos por dia --também a maior marca registrada até aqui. Isso representa uma variação de +22% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.

Vinte estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AP, PA, RO, TO, AL, CE, PB, PE, PI e SE.

O estado do Rio Grande do Norte não divulgou novos dados até as 20h desta quinta. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde Pública, o atraso foi devido a inconsistências no banco de dados.

Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados

Mortes e casos por cidade

Veja como está a vacinação no seu estado

Brasil, 18 de março

Total de mortes: 287.795

Registro de mortes em 24 horas: 2.659

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 2.096 (variação em 14 dias: +47%)

Total de casos confirmados: 11.787.600

Registro de casos confirmados em 24 horas: 87.169

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 71.904 por dia (variação em 14 dias: +22%)

Estados

Subindo (19 estados e o Distrito Federal): PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AP, PA, RO, TO, AL, CE, PB, PE, PI e SE

Em estabilidade (4 estados): RJ, AC, BA e MA

Em queda (2 estados): AM e RR

Não divulgou (1 estado): RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Covid19: Por que a Europa enfrenta uma 3ª onda de Covid? Entenda


Em meio a uma vacinação lenta contra a Covid-19, diversos países da Europa começam a enfrentar uma terceira onda de contágios e voltam a adotar medidas mais restritivas para tentar frear o número de casos e mortes causadas pelo novo coronavírus.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou nesta quinta-feira (18) que o nível de vacinação do continente ainda é muito baixo para retardar a transmissão, que as infecções aumentaram nas últimas três semanas e que mais pessoas estão morrendo da doença do que há um ano.

Foram mais de 1,2 milhão de novas infecções por coronavírus e mais de 20 mil mortes na semana passada, segundo o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Kluge, que alertou: "A vacinação por si só, não substitui as medidas de saúde pública e sociais”.

Nesta reportagem você vai ver:

A Europa está passando por uma 3ª onda da Covid-19?

Qual é a causa do crescimento nos números de casos, mortes e hospitalizações?

Qual é o impacto das novas variantes no atual surto?

As medidas de restrição não surtiram efeito? O que os países estão fazendo?

E a vacinação contra Covid? Ela não deveria diminuir o número de casos e mortes?

3ª onda de contágios

Reino Unido já passou pela terceira onda em janeiro e, com um lockdown rigoroso e a aceleração da vacinação, conseguiu derrubar a curva de casos e mortes desde então. Mas o fenômeno começa a ocorrer em outros países do continente, como AlemanhaFrança. e Itália.

Como saber se a vacinação contra a Covid-19 está surtindo o efeito esperado?

"Nós temos sinais claros: a terceira onda na Alemanha já começou", afirmou na sexta-feira (12) Lothar Wieler, chefe do Instituto Robert Koch para doenças infecciosas, responsável por divulgar os números de casos confirmados e mortes por Covid-19 no país.

A Alemanha registrou na quinta-feira (18) o maior aumento de casos em quase dois meses. Foram 227 mortes e 17.504 novos infectados, a maior alta desde 22 de janeiro.

As hospitalizações na França estão nos níveis mais altos desde novembro, e os leitos de UTI estão quase no limite, mesmo com o país sob toque de recolher das 18h às 6h há dois meses. Restaurantes, bares, cinemas, museus, teatros e academias estão fechados há quase cinco meses.

A França entrou, a partir da meia-noite desta sexta-feira (19), em seu terceiro confinamento em um ano, anunciou o primeiro-ministro Jean Castex. A medida, desta vez menos restritiva, atinge 16 departamentos do país, incluindo Paris, para tentar conter a terceira onda de Covid-19.

"Vamos tomar as decisões que precisam ser tomadas", afirmou o presidente Emmanuel Macron ao visitar um hospital a leste de Paris. Macron afirmou que as medidas são "pragmáticas, proporcionais e direcionadas".

Segundo país mais afetado pela Covid-19 na Europa, a Itália registrou 502 mortes na terça-feira (16), o número mais alto desde o final de janeiro, um dia após as restrições serem intensificadas em todo o país.

Mais da metade da população retornou à "zona vermelha", a mais restritiva, e haverá uma paralisação total no país durante três dias na Páscoa, entre 3 e 5 de abril, inclusive nas áreas menos afetadas.

Na Europa Central e nos Bálcãs, o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Klugee, diz que os novos casos, hospitalizações e mortes estão entre as maiores do mundo.

Qual é a causa da nova onda? E as variantes?

O Instituto Robert Koch, da Alemanha, diz que a terceira onda é impulsionada por uma flexibilização das restrições que ocorreu nas últimas semanas, além das variantes do novo coronavírus, que são mais transmissíveis, e prevê um grande salto no número de casos nas próximas semanas.

Partes do país começaram a reabrir no começo do mês, após um longo bloqueio. Estabelecimentos não essenciais estão funcionando e alguns alunos começaram a retornar às escolas em turnos. Agora, restaurantes e hotéis esperam poder reabrir na segunda (22), segundo o jornal "The Guardian". Mas o instituto alemão alerta que o número de casos diários pode atingir entre 30 mil e 40 mil na Páscoa (foram 17 mil na quinta) se as medidas de restrição forem relaxadas em um momento tão crítico. Em alguns hospitais, segundo o "Guardian", a média de idade dos pacientes está 20 anos abaixo da registrada na segunda onda.

Os especialistas também atribuem o recrudescimento da pandemia às variantes. "A história se repete", afirmou Massimo Galli, um dos principais virologistas da Itália, ao jornal "Corriere della Sera" na segunda-feira (15). "A terceira onda começou e as variantes estão funcionando".

O ministro da Saúde italiano, Roberto Speranza, diz que mais da metade das novas infecções foram causadas pela variante britânica. "A variante do Reino Unido se espalha de 35 a 40% mais rápido e representa 54% do total de casos".

Speranza afirmou também que "a variante sul-africana também está presente, principalmente na região de Bolzano, e a brasileira está [presente] principalmente no centro da Itália".

Na França, a variante britânica é responsável pela maioria dos casos. Na Polônia, o ministro da Saúde, Adam Niedzielski, também afirmou que a cepa identificada no Reino Unido já é responsável pela maioria dos mais de 25 mil casos registrados na quarta (17).

Um dia antes, o governo polonês anunciou três semanas de restrições, a partir deste fim de semana, que inclui o fechamento total de escolas, shoppings centers, academias e piscinas (os restaurantes já estão fechados).

As medidas de restrição não surtiram efeito?

Especialistas afirmam que a vacinação lenta e o relaxamento da população podem ter levado à escalada de casos, hospitalizações e mortes por Covid.

Josh Michaud, diretor de política de saúde global da Fundação da família Kaiser em Washington, disse ao "The Guardian" que "o rápido relaxamento da Europa nos requisitos de distanciamento em muitos lugares, combinado com as populações baixando a guarda, enquanto olhavam para a luz no fim do longo túnel da pandemia, ajudou a preparar o terreno para os surtos atuais".

 Na segunda (15), a diretora do CDC (Centro para Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, Rochelle Walensky, citou países europeus como "exemplo", dizendo que eles "devem ser sinais de alerta para todos nós".

Em uma coletiva de imprensa na Casa Branca, Walensky exibiu imagens de jovens em praias lotadas da Flórida e implorou aos americanos que não baixassem a guarda:

"Cada um desses países teve seu ponto mais baixo [de infecção] como o que estamos tendo agora", afirmou a diretora do CDC americano. “Eles simplesmente tiraram os olhos da bola. Estou implorando pelo bem da saúde de nossa nação".

"Infelizmente todos nós tivemos a ilusão de que a chegada das vacinas reduziria a necessidade de fechamentos mais drásticos", afirmou o virologista Massimo Galli ao "Corriere della Sera". "Mas as vacinas não chegaram em quantidade suficiente".

No Reino Unido, um estudo divulgado na quinta (18) aponta que ter atrasado o lockdown de inverno no país causou 27 mil mortes a mais.

O país, que passou uma terceira onda de Covid-19 em janeiro, é o mais afetado do continente (e o quinto do mundo), com mais de 126 mil mortes segundo balanço da Universidade Johns Hopkins.

"Começar de forma tímida e atrasada nos lockdowns tem sido um desastre, causando milhares de mortes evitáveis", afirmou Mike Brewer, economista-chefe da fundação responsável pelo estudo.

"Além disso, atrasos nas restrições fizeram com que elas precisassem ser mais rígidas e duradouras do que em outros países, agravando os danos econômicos", segundo Brewer.

A vacinação não vai parar a 3ª onda?

A União Europeia tem enfrentado uma vacinação lenta em quase todos os países e uma série de atrasos no recebimento dos imunizantes. Como resposta, tem ameaçado bloquear a exportação de doses produzidas no continente.

Enquanto o Reino Unido já aplicou mais de 27 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 (o equivalente a quase 40 doses para cada 100 habitantes), União Europeia administrou menos de 12.

Mundo ultrapassa 400 milhões de doses de vacinas aplicadas

Os Estados Unidos, outro país que tem visto o número de casos e mortes caírem com o avanço da vacinação, já aplicaram 113 milhões de doses (mais de 33 vacinas administradas a cada 100 habitantes).

Referência mundial na aplicação de vacinas, Israel foi o primeiro país a ver o impacto de seu programa de vacinação, mas precisou imunizar uma parte significativa da população e levou várias semanas. O país já aplicou 110 doses a cada 100 habitantes e segue entre os que vacinam mais pessoas por dia.

Mas Israel teve que vacinar 80% dos maiores de 60 anos até ver um impacto nos casos de Covid-19, segundo o professor Eran Segal, do Instituto Weizmann de Ciência, que está analisando dados para o Ministério da Saúde israelense.

No Reino Unido, as vacinas evitaram 80% das internações de idosos após apenas uma dose, segundo um estudo da agência pública de saúde do país divulgado no começo do mês.

egundo o jornal "The New York Times", a escassez de doses e o ceticismo dos europeus com vacinas, assim como burocracia e obstáculos logísticos, diminuíram o ritmo das vacinas no continente.

A OMS disse na quinta-feira (18) que as tendências mostram que as vacinações no continente não atingiram o nível em que podem efetivamente retardar a transmissão da doença.

União Europeia também tem comprado briga com fabricantes, principalmente a AstraZeneca, e ameaçado até proibir a exportação de doses.

Guerra das vacinas: por que a Itália bloqueou exportação de doses à Austrália

Nos últimos dias, vários países europeus suspenderam temporariamente o uso da vacina de Oxford/AstraZeneca, incluindo Alemanha, França e Itália, alegando casos de coágulos sanguíneos relatados em um pequeno número de pessoas vacinadas.

A AstraZeneca afirma que mais de 17 milhões de doses da vacina já foram aplicadas na Europa e 37 casos de trombose foram registrados entre os vacinados, número muito inferior ao registrado normalmente na população do continente, em condições normais.

Nesta quinta-feira (18), a agência de medicamentos da União Europeia afirmou que a vacina de Oxford é "segura e eficaz" e que os benefícios da aplicação da vacina superam os riscos.